A sexualidade têm sido um assunto amplamente discutido nas últimas décadas, principalmente com a ascensão dos movimentos LGBTQIA+. Este é o tema para o debate da 3ª edição da Conversa do Meio-Dia, que será realizada em 08 de julho, com uma nova abordagem sobre a questão: as sexualidades indígenas. Assista pelo Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=jyE1y9-w0Ao","target":"_blank"}" href="https://www.blogger.com/blog/post/edit/1285812783968736798/3223930120825541890#" rel="nofollow">https://www.youtube.com/watch?v=jyE1y9-w0Ao

Este debate se inspira na obra "Descolonizando sexualidades: enquadramentos coloniais e homossexualidade indígena no Brasil e nos Estados Unidos", de Estevão Fernandes, professor do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal de Rondônia. O professor Estevão terá nesta Conversa as parcerias de Braulina Baniwa, mestranda em Antropologia Social na UnB, e Niotxarú Pataxó, comunicador indígena. 
Aos interessados, informamos que o livro do professor Estevão Fernandes está disponível em acesso aberto pelo Portal de Livros Digitais da UnB:http://www.livros.unb.br/","data-auth":"NotApplicable","data-linkindex":"0","data-ogsc":"","style":"","target":"_blank"}" href="https://www.blogger.com/blog/post/edit/1285812783968736798/3223930120825541890#" id="LPlnk431038" rel="noopener noreferrer">www.livros.unb.br
 
https://1.bp.blogspot.com/-V0_IFVx2exA/YMPBH5pnVBI/AAAAAAAABws/BGPbO6hc68AktI8BwJqO75bV1KXcHamwgCLcBGAsYHQ/s1134/aguas_saberes.jpeg","style":""}" href="https://www.blogger.com/blog/post/edit/1285812783968736798/4403219199201314318#">
 
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Assista pelo link: https://www.youtube.com/watch?v=kMrAInQtK3c

 
https://1.bp.blogspot.com/-1YDcoZ3eLIk/YH7FPiSYSHI/AAAAAAAABuo/zrG7Zu18iToT5H3FjbN1erVlAGpvfv8LACLcBGAsYHQ/s1080/atl_2021_isolados.jpeg","style":""}" href="https://www.blogger.com/blog/post/edit/1285812783968736798/2447684247986718911#">

Encerrando o primeiro dia de debates promovidos pela COIAB, o ATL 2021 apresenta a discussão sobre “Povos Indígenas em isolamento: resistência e perspectivas na América do Sul”. Organizações indígenas da América do Sul trazem questões de ameaças e vulnerabilidades dos povos indígenas isolados. Participam desse encontro representantes da CITRMD, OPIAC, FENAMAD, IA, OIS, CTI, COIAB/COAPIMA e GTI PIACI. Ative as notificações e fique ligado nas nossas redes sociais. A atividade acontece às 19h (horário de Brasília). 

"Povos Indígenas em isolamento: resistência e perspectivas na América do Sul" 

Data: 19 de abril (segunda-feira)

Horário: 19h (Brasília)

Participantes: Rolando Justiniano Velasco (CITRMD), Dário Cubeo (OPIAC), Julio Cusurich (FENAMAD), Luis Cruz (IA), Sirito Aloema (OIS), Conrado Otavio (CTI) e Edilena Krikati (COIAB/COAPIMA).

Moderação: Maria Emília Coelho (COIAB)

📌  Este evento conta com tradução simultânea entre português e espanhol. Para ter acesso a tradução, se inscreva aqui:

http://bit.ly/ATL2021-PovosIndigenasEmIsolamento 

http://www.tjto.jus.br/index.php/noticias/7632-webinario-cidadania-e-justica-no-olhar-indigena-tocantinense-um-dialogo-necessario-e-de-direito-acontece-nesta-segunda-feira-19-4-em-formato-virtual","style":"","target":"_blank"}" href="https://www.blogger.com/blog/post/edit/1285812783968736798/2088036729314493630#" rel="nofollow">

Nesta segunda-feira (19/4), data em que se comemora o Dia dos Povos Indígenas no Brasil, a Corregedoria-Geral de Justiça (CGJUS), por meio da Coordenadoria de Cidadania e em parceria com a Escola Superior da Magistratura Tocantinense (Esmat), realiza o Webinário Cidadania e Justiça no Olhar Indígena Tocantinense – Um Diálogo Necessário e de Direito, no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) da Esmat e também na página da Escola na plataforma YouTube.

A abertura oficial acontece às 8h30, com a participação da corregedora-geral da justiça, desembargadora Etelvina Maria Sampaio Felipe; e da coordenadora da Coordenadoria de Cidadania da CGJUS, juíza Aline Bailão Iglésias.

Estão previstas quatro palestras, das 9 às 12h, com os temas: “Multiculturalismo Democrático: representatividade política dos indígenas e direitos humanos no Estado do Tocantins”, com o Laudyone Edmailtom dos Santos Arruda; “Algumas reflexões sobre os povos indígenas e a(s) justiça(s)”, com Gustavo Hamilton de Sousa Menezes; “Povos da Terra – O Direito Indígena Brasileiro” com Narúbia Silva Werreria; e “Colonialidade do Poder e Povos Originários no Brasil”, com Heber Rogério Gracio.

Idealizado pelo juiz Wellington Magalhães, coordenador do Projeto de Inclusão Sociopolítica dos Povos Indígenas do Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins e diretor adjunto da Escola Superior da Magistratura Tocantinense, a proposta visa despertar e fortalecer a consciência de magistrados e servidores acerca dos direitos humanos dos povos indígenas, tal como preceituam a Convenção nº 169, da Organização Internacional do Trabalho, e a Constituição da República Federativa do Brasil, que no seu artigo 231 reconhece aos índios sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições.

Dentre os objetivos do webinário estão as propostas de que o Poder Judiciário tocantinense tenha uma atuação indigenista, zelando pela garantia de um diálogo intercultural respeitoso, considerando e fortalecendo a autonomia e as formas de organização próprias dos povos indígenas com reconhecimento de suas decisões, garantindo informação adequada e de acordo com a legislação em vigor.

Estão sendo oferecidas 1000 vagas destinadas a magistrados e servidores do Poder Judiciário e também para a comunidade em geral. As inscrições poderão ser feitas até o dia 19/4.

Para realizar sua inscrição, clique http://sav.tjto.jus.br/EnrollmentForm/FirstPass?enrolFormId=79","style":"","target":"_blank"}" href="https://www.blogger.com/blog/post/edit/1285812783968736798/2088036729314493630#" rel="noopener">aqui.

Para acessar o edital, chttp://esmat.tjto.jus.br/portal/images/stories/esmat/pdf/2021/Edital_109_2021.pdf","style":"","target":"_blank"}" href="https://www.blogger.com/blog/post/edit/1285812783968736798/2088036729314493630#" rel="noopener">lique aqui.

Fonte: http://www.tjto.jus.br/index.php/noticias/7632-webinario-cidadania-e-justica-no-olhar-indigena-tocantinense-um-dialogo-necessario-e-de-direito-acontece-nesta-segunda-feira-19-4-em-formato-virtual","target":"_blank"}" href="https://www.blogger.com/blog/post/edit/1285812783968736798/2088036729314493630#" rel="nofollow">Poder Judiciário - Estado do Tocantins

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Seminario: "Investigación educativa en territorios indígenas: ¿diálogo, sentidos, límites y desafíos?"

Seminario organizado en el marco del Proyecto FONDECYT N° 1181314 “Diálogo de saberes educativos mapuche y escolar: construcción de una base epistémica intercultural de conocimientos”

Fecha: 25 de marzo 2021,

18:00 a 19:30 hrs. (Chile) – 17:00 a 18:30 hrs. (Canadá)

 

Link de inscripción: 

https://reuna.zoom.us/meeting/register/tZYufuypqzMpEtYzKrRDWS0PLEHwweIWPX6X

Objetivo:

Reflexionar sobre estrategias metodológicas de investigación educativa realizadas en contexto indígena en perspectiva de diálogo entre saberes educativos indígena y escolar.

Expositores:

 

Nehirowisiw kinokewin: principios y prácticas epistemológicos y ontológicos de Atikamekw Nehirowisiw (Nitaskinan, Canadá):

Janis Ottawa, profesora atikamekw nehirowiskwe a la escuela Simon Pinecic Ottawa, Manawan, Canadá.

Sipi Flamand, vice-jefe de la comunidad atikamekw nehirowisiw de Manawan y estudiante de maestría Escuela de Estudios Indígenas, Université du Québec en Abitibi-Témiscamingue.

Benoit Éthier, profesor Escuela de Estudios Indígenas, Université du Québec en Abitibi-Témiscamingue.

Educación y escuelas en territorio mapuche: reflexión de una experiencia de campo etnográfica:

Héctor Torres, profesor Departamento de Ciencias de la Educación,

Epistemología y construcción social de conocimientos educativos mapuche:

Daniel Quilaqueo, Director Doctorado en Educación Centro de Investigación en Educación en Contexto Indígena e Intercultural, Universidad Católica de Temuco.

 
 
https://congressoabeh.com.br/simposios.php","style":"","target":"_blank"}" href="https://www.blogger.com/blog/post/edit/1285812783968736798/5841622431958032909#" rel="nofollow">
 
Coordenação:
Fabiano Gontijo (UFPA)
Fátima Lima (UFRJ)
Estêvão Fernandes (UNIR)

Os silenciamentos, apagamentos, ocultamentos e/ou enquadramentos reguladores das expressões da diversidade sexual e de gênero podem ser vistos como tecnologias que compõem um dispositivo essencializador e naturalizador – sustentado pelos sistemas médico-científico e jurídico-normativo e por moralidades religiosas – de produção do projeto hegemônico de nação no Brasil e alhures. Configura-se, desse modo, um projeto de nação geralmente eurocentrado, heteronormativo, racialmente marcado e reprodutor de múltiplos colonialismos internos. Trata-se aqui de relacionar a diversidade sexual e de gênero, as práticas de poder do Estado, as ideologias nacionais (e homonacionalistas), as formas de governamentalidade bionecropolítica e seus múltiplos modos de atuação interna e de conexão geopolítica no sistema-mundo, mas também as formas criativas de resistência, as críticas reflexivas e as heterotopias inventivas que desafiam as utopias liberais e neoliberais totalizantes e universalizadoras e suas práticas distópicas opressoras. Serão benvindos os trabalhos contendo resultados de pesquisas já realizadas ou em andamento, reflexões teóricas e/ou propostas metodológicas inovadoras que contribuam para a compreensão das articulações das expressões da diversidade sexual, das dissidências de gênero, da raça e da classe com os projetos nacionais e as discursividades nacionalistas.

https://1.bp.blogspot.com/-mnd8fnc98xo/YCwn6WcZvTI/AAAAAAAABtM/IPHzs6-pQW8hqkLCqfdXhQVzblm-tobIQCLcBGAsYHQ/s1684/Confe%25CC%2581rence%2BAnthropen%2B22%2Bfe%25CC%2581vrier.jpg","style":""}">


Vous êtes invités à la conférence Collaborative methodologies and the dilemmas of involvement with indigenous people in public anthropology avec Cristian Teofilo Da Silva, Université de Brasília (Brésil). La conférence aura lieu sur zoom en anglais, le lundi 22 février février 2021 à 10h (Heure de Québec).

Voici le lien de la présentation : https://ulaval.zoom.us/j/81052828084?pwd=cnBJL20wQ3VvMVkvL2lQSEdnREsxQT09"}">https://ulaval.zoom.us/j/81052828084?pwd=cnBJL20wQ3VvMVkvL2lQSEdnREsxQT09

This talk aims to question the moral dilemmas of collaborative methodologies in public anthropology practice with Indigenous Peoples and the efforts of such practice to promote the common good. The discussion will focus on the controversial critique of anthropological fieldwork in land claim processes in Brazil as an empathetic driven approach and therefore compromising of the anthropologist’s objectivity regarding non-indigenous claims. The disciplinary assumption that anthropologists should aim at impartiality and not neutrality and how it can be achieved as a generic rule to be applied in particular ethnographic contexts will also be assessed as an inevitable dilemma in Public Anthropology. The presentation will depart from classical contributions regarding the role of empathy in the ethnographic method towards the more recent collaborative research methodologies propositions. The objective is to compare and elucidate different meanings of collaboration in social/cultural anthropology and to explore how they can be used for interpretative as well as sensitive reasons in interethnic conflict situations. The talk uphold that the adoption of collaboration as an ethic and epistemic tool is key for the holistic comprehension of indigenous social problems and how these can be worked out with them alongside with rival groups, civil society and the state.​ 

 
 
http://www.gripal.ca/","style":"","target":"_blank"}" href="https://www.blogger.com/blog/post/edit/1285812783968736798/9152313238472100315#" rel="nofollow">

 
Utopismes, espaces et imaginaires de l’émancipation en Amérique latine
Ce séminaire sera consacré à la discussion de textes s’intéressant à diverses manières dont les imaginaires de l’émancipation s’inscrivent dans des espaces géographiques et historiques concrets. Il a été noté que les histoires coloniales et modernisatrices ont produit des « dystopies vécues », qui peuvent être vues à la fois comme les ruines et les conditions de reproduction de projets utopiques tels l’économie de croissance infinie, l’État-nation assimilationniste ou la gestion technocratique des territoire et du développement des communautés. Mais comment qualifier les imaginaires politiques qui participent de mouvements de réappropriation, de « restauration », voire de refondation de ces espaces dystopiques? Relèvent-ils eux-mêmes d’un utopisme d’ « en bas et à gauche » comme l’ont nommé les zapatistes? S’agit-il de contre-utopies, définies en contraste et opposition aux imaginaires qui façonnent les dispositifs d’administration des subalternes, comme le propose ici Cristhian Teófilo da Silva à propos des renversements et détournement des tropes de l’indigénisme brésilien? Sabrina Doyon s’appuie sur des recherches sur le discours de la transition écologique à Cuba pour demander s’il est possible d’envisager que l’espérance sociale, politique et environnementale procède selon des modalités qui ne sont pas nécessairement utopiques. Jorge Legoas, pour sa part, réfléchit à partir du contexte andin, où l’idée d’une « utopie andine » a laissé un héritage questionnable évoquant le retour à un âge d’or, qu’il met en contraste avec des projets de vie actuels, ancrés dans la praxis d’un rapport autochtone à la terre agissant comme impulsion vers l’avenir. Martin Hébert fera un retour sur la programmation de recherche « espaces utopiques » du GRIPAL en réfléchissant sur les forces et les faiblesses du concept d’utopie pour continuer de parler d’imaginaires de l’émancipation compris dans leur contexte ethnographique.
 
Avec
Sabrina Doyon, Professeure, Anthropologie, Université Laval
Martin Hébert, Professeur, Anthropologie, Université Laval
Jorge Legoas, Assistant professeur, École des religions, Queen's University
Cristhian Teófilo da Silva, Professeur, Études latino-américaines, Université de Brasília

 

 
 
 
 
http://aldeiasinstitute.net/2020/forumpovosdachapada1/","style":"","target":"_blank"}" href="https://www.blogger.com/blog/post/edit/1285812783968736798/6338544694299206602#" rel="nofollow">
Historicamente as nossas comunidades tradicionais, representadas especialmente pelas comunidades kalungas e pelos Ava Canoeiros, foram alvo de perseguições e ameaças em seus territórios.
Essas ameaças ainda perduram com o avanço do agronegócio, da ameaça de hidroelétricas e da mineração.
Esse rico patrimônio natural , cultural e humano dos povos do Cerrado necessita de proteção e de um projeto de desenvolvimento pautado na sustentabilidade, na preservação e regeneração do Cerrado, na participação efetiva das nossas comunidades no planejamento e respeito às organizações locais e na autogestão das mesmas.
A nossa região também é rica pelos Assentamentos da Reforma Agrária e pela Agricultura Familiar.
São pequenas propriedades que necessitam de apoio.
A aliança e a parceria entre muitas organizações locais fez surgir a Rede Pouso Alto Agroecologia que está trabalhando com ações concretas de apoio e de educação, mostrando que temos potencial para grandes e importantes iniciativas.
As eleições municipais serão um importante momento para uma renovação política na região.
Nas cidades e nos campos têm surgido movimentos de cidadania e organização comunitária.
Faz-se necessário darmos um passo a frente com uma organização a nível regional na Chapada dos Veadeiros: o Fórum dos Povos.
O nosso Fórum dos Povos será um espaço de intercâmbio, colaboração, solidariedade e ações comuns entre as nossas comunidades.
Um palco para discutir um projeto de desenvolvimento local a partir das próprias comunidades.
Então estamos convidando todas as organizações comunitárias e sociais da Chapada dos Veadeiros e arredores para um encontro online a se realizar no dia 13 de dezembro, domingo, as 15 horas.
Para uma melhor organização do evento enviaremos um formulário que será uma pré-inscrição para o nosso evento.
PAUTA:
1. Apresentação das organizações presentes.
2. Aprovação do Regimento Interno do Fórum dos Povos.
3. Encaminhamentos finais.
 
Assinam o convite:
Associação Quilombo Kalunga – AQK
Associação de Moradores da Vila de São Jorge – ASJOR
Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge
Fórum Cidadão de Alto Paraíso
Instituto Aldeias
 
 
Entrevista com a Profa. Elaine Moreira sobre queimadas supostamente provocadas por indígenas e comunidades tradicionais
 
https://soundcloud.com/sputnikbrasil/entrevista-com-elaine-moreira","style":"","target":"_blank"}" href="https://www.blogger.com/blog/post/edit/1285812783968736798/1242016921191528605#" rel="nofollow">
 
Antropóloga Elaine Moreira, Professora do Departamento de Estudos Latino-Americanos da UnB (Universidade de Brasília), Coordenadora do Observatório de Direitos e Políticas Indigenistas (OBIND) desta mesma instituição, comenta as acusações do presidente Jair Bolsonaro de que índios e caboclos são responsáveis por incêndios e queimadas em florestas e em outros biomas.

 
 
http://mecila.net/pt/terras-e-donos/","style":"","target":"_blank"}" href="https://www.blogger.com/blog/post/edit/1285812783968736798/6264368710962103260#" rel="nofollow">
 

Por ocasião do lançamento do livro “Indigenous Land Rights in the Inter-American System” de Mariana Monteiro Matos, o Mecila organizou junto com o Instituto Max-Planck de Antropologia Social e o Grupo de Pesquisa em Direitos Étnicos-Moitará uma mesa redonda sobre a temática dos direito territoriais indígenas no Brasil e na América Latina.

Com a participação de:
Mariana Monteiro de Matos – Instituto Max-Planck de Antropologia Social
Sandra Nascimento – UnB/Grupo de Pesquisa em Direitos Étnicos-Moitará
Bruno Morais – PUCPR
Moderação de: Samuel Barbosa – USP/Mecila/Cebrap

https://zoom.us/webinar/register/WN_4U4-8Rc3QGmQzB_c0CLXYg","style":""}" href="https://www.blogger.com/blog/post/edit/1285812783968736798/6264368710962103260#">Inscreva-se na plataforma Zoom para participar do debate ao vivo. Ou, se preferir, assista a https://youtu.be/dWr8jFwkp7U","style":"","target":"_blank"}" href="https://www.blogger.com/blog/post/edit/1285812783968736798/6264368710962103260#" rel="noopener noreferrer">transmissão ao vivo em nosso canal do YouTube dia 10/12, às 9h (horário de brasília).

 
 
https://ala2020.com.uy/?page_id=115&lang=pt","style":"","target":"_blank"}" href="https://www.blogger.com/blog/post/edit/1285812783968736798/9145377677601085846#" rel="nofollow">

Eje 5: Estado, nación y políticas públicas

Mesa Redonda: Etnicidades, políticas estatales y reconfiguraciones territoriales en torno a la extracción de recursos naturales
Coordinadores: Luis Campos - Stephen Baines - Francisca de la Maza - Valverde Sebastian - Engelman Juan Manuel - Juan Carlos Radovich

En las últimas décadas, la dinámica de acumulación de capital ha comprendido el desarrollo de múltiples expresiones (sociales, políticas, económicas, culturales) basadas en lo étnico. Su importancia ha sido creciente y se han constituido en sustento de reivindicaciones específicas ante un Estado que, también en el último tiempo, ha avanzado en un cierto reconocimiento de esa diversidad. Es de resaltar que la expansión de la frontera agropecuaria, las reconversiones en las estructuras agrarias regionales, las reconfiguraciones territoriales, los procesos de privatización de la tierra, las políticas de intervención públicas y/o privadas, los procesos de relocalización de poblaciones, la migración hacia centros urbanos y zonas periurbanas, la redefinición de las prácticas productivas de las unidades domésticas, en síntesis, las transformaciones en la relación capital/trabajo atraviesan los procesos de configuración, así como de organización de las etnicidades contemporáneas. La propuesta de esta Mesa Redonda es reunir investigaciones y profundizar el debate acerca de la multiplicidad de procesos que toman forma en el marco de las relaciones interétnicas, problematizando las realidades, situando los conflictos, historizando la cotidianeidad, desnaturalizando los discursos, indagando más allá de lo manifiesto a fin de reparar en la complejidad que los define en la región sudamericana.
 
https://cimi.org.br/2020/09/cimi-e-unila-abrem-inscricoes-para-curso-de-extensao-em-historias-e-culturas-indigenas/","style":"","target":"_blank"}" href="https://www.blogger.com/blog/post/edit/1285812783968736798/4262667198219754467#" rel="nofollow">

POR ASCOM CIMI

O Conselho Indigenista Missionário (Cimi) e a Universidade da Integração Latino Americana (Unila) realizarão o Curso de Extensão em Histórias e Culturas Indígenas. A presente edição será online, gratuita e voltada especialmente para movimentos e pastorais sociais, estudantes das áreas de ciências humanas, professores e educadores. As inscrições estão abertas até o dia 18 de outubro.

Na sua quinta edição, devido a pandemia, o curso será na modalidade de Ensino Remoto Emergencial (ERE). Os encontros síncronos ocorrerão de segunda a sexta entre às 18h30 às 20h30. Serão 60 vagas para cursistas. Os candidatos deverão preencher o formulário de inscrição disponível abaixo até o dia 18 de outubro. A divulgação da primeira chamada acontecerá no dia 19 de outubro.  Entre os critérios de seleção está a vinculação do inscrito com movimentos e pastorais sociais, com a educação escolar, a atuação na área do direito ou na área indigenista. Não há obrigatoriedade de possuir titulação escolar ou acadêmica. Leia o https://cimi.org.br/wp-content/uploads/2020/09/ANEXO-II.pdf","style":"","target":"_blank"}" href="https://www.blogger.com/blog/post/edit/1285812783968736798/4262667198219754467#" rel="noopener noreferrer">edital de seleção de candidatos. 

A iniciativa busca formar multiplicadores para a abordagem das temáticas das culturas e histórias dos Povos Indígenas, visando a contribuir para a implementação qualificada da Lei 11.645 e na inserção desses agentes em seus contextos de atuação. A normativa do Governo Federal estabeleceu em 2008 a obrigatoriedade do estudo de história e cultura afro-brasileira e indígena nas escolas públicas e privadas do país.

Ao final do curso, como atividade complementar, é pedida a elaboração de um artigo sob a orientação dos (as) professores (as) do curso. A carga horária do curso é de 180h de duração distribuídas em 150 horas de aula online na modalidade ERE e 30 em trabalho individual com orientação, a ser entregue em 27 de fevereiro de 2021.

Entre os tópicos abordados no https://cimi.org.br/wp-content/uploads/2020/09/ANEXO-II.pdf","style":"","target":"_blank"}" href="https://www.blogger.com/blog/post/edit/1285812783968736798/4262667198219754467#" rel="noopener noreferrer">cronograma do curso, estão:

  • História e Resistência Indígena
  • Antropologia Indígena – marcos conceituais referentes à diversidade sociocultural
  • Terra, Território e Territorialidade e sua relação com práticas e saberes ambientais
  • Direitos Indígenas: legislação e mobilização política dos Povos Indígenas
  • Novas epistemologias indígenas / Os projetos de Bem viver como crítica radical ao capitalismo
  • Conjuntura Político Indigenista, espaços de controle social e protagonismo indígena;

O corpo docente do curso é formado pelos professores:

  • Prof. Dr. http://lattes.cnpq.br/7972713627348895","style":"","target":"_blank"}" href="https://www.blogger.com/blog/post/edit/1285812783968736798/4262667198219754467#" rel="noopener noreferrer">Clovis Antonio Brighenti – Professor de História das sociedades Indígenas e da América Latina
  • Prof. Dr. http://lattes.cnpq.br/7755039016472671","style":"","target":"_blank"}" href="https://www.blogger.com/blog/post/edit/1285812783968736798/4262667198219754467#" rel="noopener noreferrer">Saulo Ferreira Feitosa – Mestre em História, Doutor em Bioética e Professor do Curso de Medicina do Campus do Agreste da UFPE.
  • Profa. Dra. http://lattes.cnpq.br/7755039016472671","style":"","target":"_blank"}" href="https://www.blogger.com/blog/post/edit/1285812783968736798/4262667198219754467#" rel="noopener noreferrer">Rosane Freire Lacerda – Advogada, Mestre e Doutora em Direito e Professora do Curso de Medicina do Campus do Agreste da UFPE.
  • Profa. http://lattes.cnpq.br/6834239523325609","style":"","target":"_blank"}" href="https://www.blogger.com/blog/post/edit/1285812783968736798/4262667198219754467#" rel="noopener noreferrer">Mestre Marline Dassoler – Mestre em Ciências Farmacêuticas.
  • Prof. Graduado Cleber Buzatto – Filósofo e Secretário Adjunto do Conselho Indigenista Missionário (Cimi);
  • Prof. Dr. http://lattes.cnpq.br/3919969920731350","target":"_blank"}" href="https://www.blogger.com/blog/post/edit/1285812783968736798/4262667198219754467#" rel="nofollow">Cristhian Teófilo da Silva – Antropólogo e professor da UnB, coordenador do LAEPI;
  • Luís Ventura Fernandez – Doutor em Ciências Políticas e da Administração e de Relações Internacionais, pela Universidade Complutense de Madrid, Espanha– UCM.

Cronograma e prazos:

    1. Envio do formulário de inscrição devidamente preenchido:  até 18 de outubro
    2. Primeira chamada – lista de classificados: 19 de outubro
    3. Confirmação pelo/a candidato/a: 26 de outubro
    4. Segunda Chamada – lista de classificados: 30 de outubro
    5. Envio do trabalho final : 27 de fevereiro de 2021
    6. Observação: Para mais informações e acesso ao formulário de inscrição, clicar na imagem no início da postagem!
 
https://www.32rba.abant.org.br/site/capa","target":"_blank"}" href="https://www.blogger.com/blog/post/edit/1285812783968736798/4740340731295153522#" rel="nofollow">

 

https://www.32rba.abant.org.br/simposio/view?ID_SIMPOSIO=69","target":"_blank"}" href="https://www.blogger.com/blog/post/edit/1285812783968736798/4740340731295153522#" rel="nofollow">GT 27- Da desregulação ao desmonte: ataques às políticas ambiental, indigenista, quilombola e dos demais povos tradicionais

Stephen Grant Baines (UnB - Universidade de Brasília)
(Coordenador/a)
Andrea L. M. Zhouri (UFMG)
(Coordenador/a)

Resumo: Nos últimos anos, processos de desregulação ambiental, os quais compreendem a flexibilização das leis relacionadas à gestão-proteção ambiental e aos direitos territoriais indígenas e de comunidades tradicionais visando à intensificação da exploração dos recursos naturais, configuram ameaças aos direitos constitucionais. A radicalização dessa tendência ocorre desde a posse do atual governo federal, com sucessivas medidas voltadas para o desmonte das instituições encarregadas das referidas políticas. Na área ambiental, registra-se o aumento do desmatamento na Amazônia, ataques ao IBAMA, ao ICMBio e a revisão da Lei Geral do Licenciamento. O desmonte da política indigenista revela-se no enfraquecimento da FUNAI e nas invasões de territórios indígenas. Intensificam-se medidas para reestruturar o mercado de terras e violar os direitos, com a consequente criminalização de indígenas, comunidades tradicionais e antropólogos que defendem esses direitos. Ao mesmo tempo, as lutas dos povos tradicionais enfrentam essas violações. A eleição da primeira deputada federal indígena que mobiliza forças políticas contra as violências; a marcha das mulheres indígenas; a mobilização dos povos do cerrado são algumas frentes. O GT incentiva a apresentação de trabalhos que possam dialogar com a temática, tanto na perspectiva de apontar as violências das afetações advindas das políticas de desmonte, como as iniciativas que se organizam para defender outras formas de viver e de projetar o futuro.

https://www.32rba.abant.org.br/simposio/view?ID_SIMPOSIO=88","target":"_blank"}" href="https://www.blogger.com/blog/post/edit/1285812783968736798/4740340731295153522#" rel="nofollow">GT 46- Experiências e dinâmicas de participação indígena em processos eleitorais e em cargos nos poderes executivo e legislativo

Ricardo Verdum (Museu Nacional)
(Coordenador/a)
Luís Roberto de Paula (UFABC - Fundação Universidade Federal do Abc)
(Coordenador/a)

Resumo: A participação indígena em processos eleitorais possui uma longa trajetória histórica na América Latina. Há várias casos de prefeitos, vice-prefeitos e vereadores indígenas com mandato conquistado e exercido na região. Há também, mesmo em menor quantidade, experiências de participação indígena em esferas mais amplas (no caso brasileiro, deputados estaduais e federais, por exemplo). Este fenômeno, no entanto, tem recebido pouca atenção da etnologia indígena e da antropologia da política no país. O GT quer reunir pesquisadorxs indígenas e não-indígenas com investigações colaborativas ou acadêmicas nessa temática, bem como aquelxs que estejam em processo de pesquisa e queiram apresentar seus primeiros resultados. Interessa-nos trabalhos que tenham como objeto privilegiado de análise: a relação entre povos indígenas, modelos eleitorais e processos eleitorais específicos; o papel dos determinantes estruturais e da agencia dos atores sociais indígenas na mobilização de recursos e nas decisões de participação em processos eleitorais; a dinâmica da relação entre candidatos, comunidade e movimento indígena; a relação entre lideranças locais e representantes institucionais eleitos; o vínculo de indígenas com partidos políticos; distanciamento entre base eleitoral e candidatos eleitos; a pertinência do sistema de quotas indígenas em processos eleitorais; possibilidades e limites de construção de protagonismo e autodeterminação dos povos indígenas pela via eleitoral.

https://www.32rba.abant.org.br/trabalho/view?ID_TRABALHO=389","target":"_blank"}" href="https://www.blogger.com/blog/post/edit/1285812783968736798/4740340731295153522#" rel="nofollow">SE 022. Povos Indígenas, Quilombolas e outras Comunidades Tradicionais na América Latina frente ao avanço do extrativismo e do agronegócio sobre os territórios tradicionais


Coordenador(es):
Stephen Grant Baines (Universidade de Brasília)

Sessão 1 - O desmonte dos direitos indígenas, dos indígenas quilombolas e de outras comunidades tradicionais e a sua criminalização: conflitos, mobilizações políticas e resistências


Participante(s):
Felipe Pereira Jucá (PNCSA)
Johny Fernandes Giffoni (Defensoria Pública PA)
Claudio Espinoza (academia humanismo cristiano)

Debatedor/a:
Daniel Iberê Alves da Silva (DAN/UNB)

Sessão 2 - Pueblos indígenas, afrodescendientes, procesos de expansión del capital, extractivismo y restauración neoliberal en América Látina: transformaciones socioeconómicas y políticas, conflictos


Participante(s):
Sebastián Valverde (CONICET-UBA-UNLU)
Isis Maria Cunha Lustosa (Laboter/UFG)
Juan Carlos Radovich (UBA-CONICET-ARGENTINA)

Debatedor/a:
Franklin Paulo Eduardo da Silva (UNB)

Sessão 3 - Roda de Conversa: ativismos de povos tradicionais na conjuntura política atual


Participante(s):
Johny Fernandes Giffoni (Defensoria Pública PA)
Débora Franco Lerrer (CPDA/UFRRJ)
Klayton Mario Oliveira Ramos (Awamirim Tupinambá) (UnB)

Debatedor/a:
Stephen Grant Baines (Universidade de Brasília)

Resumo: O simpósio debate a nova realidade de América Latina dos últimos anos, com a instauração de políticas neoliberais para acelerar tanto o extrativismo quanto à produção agropecuária, e os efeitos nas populações indígenas quilombolas e outras comunidades tradicionais. O avanço do extrativismo mineral e do agronegócio coincide com políticas aceleradas de desmonte dos direitos indígenas, quilombolas e outras comunidades tradicionais junto com o desmonte da legislação ambiental, o que recrudesce as tensões e conflitos e reorganiza as forças políticas na disputa em torno do mercado de terras e da regulação ambiental. Problematiza-se o processo de privatização do patrimônio público fundiário e das recentes mudanças legislativas no Brasil, na Argentina e no Chile. Esta dinâmica vem sendo encabeçada no Brasil pela bancada ruralista no Congresso Nacional, da concertação do agronegócio e mineração para favorecer a abertura dos territórios tradicionais para a produção agropecuária e a mineração. Observa-se um crescimento na criminalização de indígenas. Serão apresentadas pesquisas realizadas na Amazônia brasileira sobre a criminalização de indígenas. Abordar-se-á o papel dos defensores públicos na defesa das pessoas em situação de vulnerabilidade frente aos projetos desenvolvimentistas, assim como os debates atuais sobre a aplicação da convenção 169 da OIT e as estratégias de construção de protocolos autônomos de consulta prévia.

 

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Para assistir às atividades inscreva-se no canal da UnBTV no Youtube clicando na imagem acima!

 

Atividade 1. A Pandemia da Covid-19 entre os Povos Indígenas: um novo capítulo de uma velha história

Descrição: Nosso objetivo é descrever e comentar sobre o avanço da pandemia entre os povos indígenas e relacionar com os processos de contato interétnico ao longo de 520 anos da história da colonização do Brasil. Haverá apresentações de indígenas de diversas partes do país, estudantes do Programa de Pós-Graduação em Antropologia (PPGAS/DAN) que relatarão sobre situações diversas enfrentadas por povos indígenas no contexto atual da pandemia e dos ataques aos direitos indígenas. O encontro terá início às 16:00 horas e terá duração de 2 horas. 

Participantes:

Coordenador/Organizador da Mesa Redonda: Professor Stephen Grant Baines (DAN/ICS/UnB)

Daniel Iberê Guarani M’byá (Doutorando em Antropologia, UnB)

Franklin Baniwa (Doutorando em Antropologia, UnB)

Braulina Baniwa (Mestranda em Antropologia, UnB)

Awamirim Tupinambá (Mestrando em Antropologia, UnB).

Francisco Apurinã (Doutor em Antropologia, UnB)

Horário: 16h

Dia: 23/09/2020

Formato: Transmissão Ao Vivo

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Atividade 2. Mesa redonda online OBIND - Observatório dos direitos e políticas indigenistas: Santuário dos Pajés e o aniversário de Brasília: Direitos indígenas na cidade

Horário: 14h

Dia: 24/09/2020

Formato: Transmissão Ao Vivo

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Atividade 3. Memória, Justiça e Reparação para os Povos Indígenas

Descrição: Apresentação do projeto para ampliação do acervo do Centro de Referência Virtual Indígena do Armazém Memória pelos pesquisadores indígenas mestrandos da Unb, com amostra e análise de documentos e exibição de filme com debate entre mesa e participantes. Convidados: Elaine Moreira, Marcelo Zelic, Braulina Baniwa, Suliete Baré, Iury Tikuna, Débora Tupinikim, Juliana Tupinambá e Mairu Karajá e Ana Catarina Zema.

Horário: 14h

Dia: 25/09/2020

 

Formato: Transmissão Ao Vivo

 

 

 

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Povos indígenas em áreas de fronteira internacional do Brasil

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Palestrante: Prof. Dr. Cristhian Teófilo da Silva
Professor do Departamento de Estudos Latino-Americanos (ELA), Coordenador do LAEPI e Pesquisador do OBIND da Universidade de Brasília (UnB), Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq e Pesquisador Associado do Centre interuniversitaire d'études et de recherches autochtones (CIÉRA) da Université Laval.
Mediação: Prof. Dra. Carmentilla das Chagas Martins
Professora do Programa de Pós-graduação em Estudos de Fronteiras - PPGEF/UNIFAP

 

 

 

VIDÉOTHÈQUE : SÉMINAIRE INTERNATIONAL GRIPAL 2019 / BOGOTA 5&6 DÉCEMBRE

2 janvier 2020

Visionnez l’ensemble de discussions, commentaires critiques et débats qui ont permis d’approfondir la réflexion des six axes thématiques, proposés par leGRIPALavec un groupe multidisciplinaire de collègues et d’assistants latino-américains, lors de ce Séminaire International, coorganisé avec laMaîtrise en études culturelles latino-américainesde laPontificia Universidad Javeriana- Colombia.
 
Véan todas las discusiones, comentarios críticos y debates que permitieron profundizar la reflexión de los seis ejes temáticos propuestos por el GRIPAL con un grupo multidisciplinario de colegas y asistentes latinoamericanos durante este Seminario Internacional; organizado conjuntamente con la Maestria en Estudios culturales latinoamericanos de la Pontificia Universidad Javeriana - Colombie.
 
 
Link: 
http://www.gripal.ca/activites-publiques/seminaires-internationaux/videotheque-seminaire-international-2019/","style":""}" href="https://www.blogger.com/blog/post/edit/1285812783968736798/6009207720638626036#">http://www.gripal.ca/activites-publiques/seminaires-internationaux/videotheque-seminaire-international-2019/
https://brasilplural.paginas.ufsc.br/redes-de-pesquisa/territorialidades-deslocamentos-paisagens-pop-tradicionais/","style":"","target":"_blank"}" href="https://www.blogger.com/blog/post/edit/1285812783968736798/4999503144625708476#" rel="nofollow">

 

https://www.even3.com.br/territorioscidadesemigracoes/","target":"_blank"}" href="https://www.blogger.com/blog/post/edit/1285812783968736798/4999503144625708476#" rel="nofollow">evento reúne pesquisadores da rede "Territorialidades, Deslocamentos, Paisagens Urbanas e Populações Tradicionais", vinculados ao Instituto Brasil Plural IBP (http://brasilplural.paginas.ufsc.br/redes-de-pesquisa/territorialidades-deslocamentos-paisagens-pop-tradicionais/","style":""}" href="https://www.blogger.com/blog/post/edit/1285812783968736798/4999503144625708476#">http://brasilplural.paginas.ufsc.br/redes-de-pesquisa/territorialidades-deslocamentos-paisagens-pop-tradicionais/).

Esta rede visa um aprofundamento das abordagens antropológicas sobre elaboração e transformação de cosmologias, narrativas étnicas, memória, identidade e mobilização política, presentes na construção da diferença e na luta pelo reconhecimento de alteridades e de seus direitos. De modo mais específico, seus objetivos visam elucidar as principais motivações e estratégias de articulação na reconstrução das identidades étnicas indígenas, e/ou quilombolas, colocando em destaque os contextos das relações políticas e religiosas, principalmente aquelas relacionadas às organizações indígenas e quilombolas em suas lutas pelo reconhecimento e regularização de seus territórios. Além disso, objetiva também trabalhar o potencial de empoderamento da sociedade civil por meio de formação das comunidades pesquisadas para que possam participar das disputas em torno da elaboração de políticas públicas, as quais se colocam como um grande desafio, especialmente nesse momento em que ocorre um profundo retrocesso das políticas públicas que reconheciam seus direitos.

http://noticias.ubiobio.cl/2019/08/30/investigador-de-la-universidad-de-brasilia-expuso-sobre-educacion-intercultural/","style":""}" href="https://www.blogger.com/blog/post/edit/1285812783968736798/9039807722433157162#">Investigador de la Universidad de Brasilia expuso sobre educación intercultural

Publicado el http://noticias.ubiobio.cl/2019/08/30/","style":""}" href="https://www.blogger.com/blog/post/edit/1285812783968736798/9039807722433157162#">30/Ago/2019
por http://noticias.ubiobio.cl/author/cvilla/","style":""}" href="https://www.blogger.com/blog/post/edit/1285812783968736798/9039807722433157162#" rel="author" title="Publicados por Cristian Villa Rodríguez">Cristian Villa Rodríguez
Etiquetas: http://noticias.ubiobio.cl/tag/doctorado-en-educacion/","style":""}" href="https://www.blogger.com/blog/post/edit/1285812783968736798/9039807722433157162#" rel="tag">Doctorado en Educación, http://noticias.ubiobio.cl/tag/educacion/","style":""}" href="https://www.blogger.com/blog/post/edit/1285812783968736798/9039807722433157162#" rel="tag">educación, http://noticias.ubiobio.cl/tag/interculturalidad/","style":""}" href="https://www.blogger.com/blog/post/edit/1285812783968736798/9039807722433157162#" rel="tag">Interculturalidad, http://noticias.ubiobio.cl/tag/investigacion/","style":""}" href="https://www.blogger.com/blog/post/edit/1285812783968736798/9039807722433157162#" rel="tag">Investigación

“Las acciones y políticas de educación intercultural para indígenas en Brasil: Entre la asimilación y el multiculturalismo neoliberal”, se denominó la conferencia brindada por el académico de la Universidad de Brasilia, Dr. Cristhian Téofilo da Silva. La actividad congregó a estudiantes de pregrado, académicos, así como a estudiantes del programa del Doctorado en Educación en Consorcio UBB.

El académico del Departamento de Ciencias de la Educación, Dr. Héctor Torres Cuevas, precisó que la conferencia se dio en el marco del proyecto Fondecyt de iniciación N° 11171177 denominado “Contextualización y Territorialización de la Gestión Educativa de la Escuela en La Araucanía”.

En dicho proyecto, el académico UBB evidencia que la escolarización de niños mapuches en el contexto de las escuelas del sistema educativo escolar, se realiza en base a contenidos y finalidades educativas occidentales, descartando aspectos de la propia cultura en el currículum escolar. “Cuando los niños se incorporan a la educación escolar, adquieren un conjunto de elementos culturales que no les pertenecen y que pasan a formar parte de las dimensiones ocultas del currículo (oculto, negado u omitido). Además, los conocimientos se organizan y transmiten con códigos que tampoco les pertenecen.  En efecto, son conocimientos que se estructuran en base a la racionalidad epistémica occidental”, ilustró.

En tanto, el Dr. Cristhian Téofilo da Silva explicó que una de las dificultades que asoman al abordar el concepto de interculturalidad, es suponer que solo los pueblos indígenas deben tornarse interculturales y no las sociedades occidentales. “Detrás de esa idea lo que existe es el indigenismo secular que concibe que los indígenas deben transitar hacia nuestro modelo de sociedad y de civilización. Eso no es lo que debemos entender como interculturalidad, porque la interculturalidad implica que nosotros también cambiemos la manera de educarnos. Debemos aprender con la diversidad. En este sentido la interculturalidad implica una apertura hacia todas las direcciones de la diversidad; debe caminar junto con la idea de diversidad”, precisó.

Asimismo, el Dr. da Silva comentó que también existen posturas que asumen la interculturalidad como el mero hecho de valorar la diversidad, lo que a su parecer es insuficiente puesto que se debería tender a una reeducación y apertura en todos los niveles y áreas del conocimiento. “No solo las humanidades, la historia o la antropología deben asumir el concepto de la interculturalidad, también deben hacerlo las ciencias, la matemática, la química, la biología, por mencionar ejemplos”, manifestó.

Tampoco debe limitarse la comprensión del concepto intercultural al de instrumento de empoderamiento de las minorías, puesto que los contextos son muy diversos en términos de pueblos, lenguas, situaciones históricas y sociales. “Hay pueblos indígenas que hoy están muy empoderados, pero otros no tienen opción de participación en la vida regional o nacional. Entonces, no se puede utilizar una idea monolítica de interculturalidad. Cualquier definición puede caer en un enfoque muy cerrado o monológico y el principio intercultural es opuesto a eso, es plural, abierto…”, señaló.

El Dr. Cristhian Téofilo da Silva argumentó que la academia debe comenzar por aplicar la idea de interculturalidad a sí misma. “Hay que retomar la discusión de interdisciplinariedad y cambiar la gestión académica a través de ideas de interculturalidad, para luego introducir cambios en los currículos. Pero también debe abordarse en proyectos de investigación, cómo se están dando las experiencias de interculturalidad con inmigrantes, indígenas, afrodescendientes, con otras identidades afectivas… Entonces, te das cuenta que la interculturalidad implica cómo podemos aprender con la diversidad y no solamente valorarla”, reflexionó.

LAEPI no 3º CIPIAL: Expressividades indígenas
 
A cultura indígena manifesta em forma de arte. Neste episódio do programa Diálogos você acompanha a conversa da professora Elaine Moreira, do Departamento de Estudos Latino-Americanos (ELA) e pesquisadora do LAEPI, com Jaider Esbell, artista multimídia.
 
LAEPI no 3º CIPIAL: Desafios da representação feminina interétnica 
 
Elizabeth Ruano Ibarra, professora do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais - Estudos Comparados sobre as Américas (PPGECsA) e pesquisadora do LAEPI, conversa com Ketty Marcelo López, presidenta da ONAMIAP. Nesta edição do programa Diálogos, elas falam sobre como estabelecer lideranças femininas nas discussões sobre povos indígenas.
 
 
 
O LAEPI participou como organizador do 3º Congresso Internacional Povos Indígenas da América Latina realizado na Universidade de Brasília (UnB) de 03 a 05 de julho de 2019.
 
A UnB sediou o 3º congresso internacional povos indígenas da América Latina. Acompanhe! UnBTV
Este miércoles inicia en Brasilia el Congreso Internacional de Pueblos Indígenas de América Latina (CIPIAL), en el que participan Investigadores indígenas y no indígenas para discutir los desafíos comunes de los pueblos de la región y buscan superar las fronteras disciplinarias y las nacionales, así como promover diálogos interculturales. El encuentro busca estimular el debate sobre cuestiones ético-políticas involucradas en la producción de conocimiento sobre los pueblos indígenas, así como hacer visible, fortalecer y reflexionar sobre el surgimiento de intelectuales indígenas en el campo académico. La cita en Brasilia se produce cuando las políticas del presidente Jair Bolsonaro en temas ambientales amenazan la vida de los pueblos de la Amazonia, que han presentado numerosas protestas para frenar esos planes durante los primeros seis meses de gobierno del exmilitar. teleSUR
 
A programação completa e todas as atividades promovidas pelo LAEPI no âmbito do congresso estão disponíveis nos Anais e no Caderno de Resumos.
 

Book trailer | Desafiando Leviatãs: experiências indígenas com o desenvolvimento, o reconhecimento e os Estados


Confira o book trailer do livro “Desafiando Leviatãs: experiências indígenas com o desenvolvimento, o reconhecimento e os Estados”.
 
A obra reúne 13 artigos de cientistas sociais indígenas e não indígenas, que abordam experiências em cinco países das Américas.
 
 
 
 

O Escritório Jurídico para a Diversidade Étnica e Cultural (JUSDIV/FD/UnB) e o Observatório dos Direitos e Políticas Indigenistas (OBIND-EDIV/ELA/UnB) realizarão o seu II Seminário com o tema Demarcação de Terras Indígenas e marco temporal. O evento visa discutir os aspectos jurídicos e socioantropológicos relativos ao argumento do "marco temporal", que restringe os processos de reconhecimento e demarcação das terras indígenas no Brasil, e contará com  a participação de representantes do Povo Xokleng e do Povo Kaiowá, entre várias entidades que atuam na defesa jurídica dos povos originários, conforme programação:

 

 
 


GT 56. Povos indígenas, afrodescendentes e outros povos tradicionais, conflitos territoriais, e o não reconhecimento pelo Estado nacional

Stephen G. Baines (Departamento de Antropologia, UnB) (Coordenador/a)
Luis Eugenio Campos (Universidad Academia de Humanismo Cristiano) (Coordenador/a)
 
Resumo: Em anos recentes, com o avanço do agronegócio, mineração, a construção de hidrelétricas, o turismo, e outros projetos, as pressões econômicas de grandes empresas interessadas em explorar os recursos naturais em territórios de povos indígenas, afrodescendentes e outras comunidades tradicionais, levou governos a negar o reconhecimento de territórios de muitos coletivos que reivindicam seu reconhecimento pelo Estado. As frequentes violações de direitos por parte de grandes consórcios com respaldo do Estado levam a novas formas de mobilização política dessas populações em que suas identidades étnicas estão sendo reforçadas, e casos de etnogênese e reelaboração cultural. No Brasil, a bancada ruralista, no Congresso, e a pressão de grandes empresas, visam enfraquecer os direitos dos povos indígenas e quilombolas assegurados na Constituição Federal de 1988, e mesmo revertê-los, com proposições legislativas como a PEC 215/2000. A questão do não reconhecimento é um tema de alta relevância neste momento histórico marcado por tentativas de deslegitimar reivindicações dos povos tradicionais. No Chile, o governo não apenas viola os direitos de muitos coletivos indígenas, mas reluta em não reconhecer os afrodescendentes chilenos. Na Argentina, o avanço do neo-extrativismo ameaça os direitos dos coletivos indígenas, com situações de crescente conflitividade y estigmatização, como a que atinge o povo Mapuche n o sul do país. Fatos comparáveis se encontram em outros países da América Latina.
 

 
Local: Campus da UERR - Rua Sete de Setembro, 231 - Canarinho, Boa Vista - RR
O  Encontro Nacional "Povos Originários: entre a mobilidade e as fronteiras" visa reunir pesquisadores e pesquisadoras de várias áreas do conhecimento, com perspectiva intercultural e multidisciplinar dedicada ao estudo dos povos originários e da sua mobilidade interna e transfronteiriça, dos conflitos interétnicos e das políticas públicas a eles direcionadas no contexto da migração contemporânea entre países. Atenção especial é dedicada à situação contemporânea  dos Povos Warao, Panare e Pemon.
 
 

 

 


Estimadxs colegas,

 

Informamos que está aberta a chamada para apresentação de trabalhos individuais para o 56.º ICA – Congreso Internacional de Americanistas, Salamanca, España, 15 a 20 de julio de 2018 (http://ica2018.es/principal/","data-saferedirecturl":"https://www.google.com/url?q=http://ica2018.es/principal/&source=gmail&ust=1600299714424000&usg=AFQjCNHZcPtumXqTFrxPc9OYzgD9nEqTPQ","target":"_blank"}">http://ica2018.es/principal/).

Convidamos a todxs para se inscrever no Simpósio “01/57. The National Contexts of Anthropology with Indigenous Peoples: Indigenous and National Affirmations and Disciplinary Practice" (Área Temática  01. Antropologia), sob a coordenação de Stephen Grant Baines (Universidade de Brasília - UnB), Brasil, (e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.";,"target":"_blank"}">Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.) e William H. Fisher (College of William and Mary) EUA (e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.";,"target":"_blank"}">Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.)

Symposium 01/57. The National Contexts of Anthropology with Indigenous Peoples: Indigenous and National Affirmations and Disciplinary Practice

The proposed symposium will bring together practitioners of anthropology centering on indigenous peoples to consider the theme of “universality and particularism in the Americas.” The understanding of indigenous contributions to various nations and traditions of the Americas has always been central to the Americanist mission to contribute to the “ethnographic, linguistic and historical study of the Americas.” The discipline of anthropology itself has arisen from the confrontation between universal ideas of reason and human rights of the Enlightenment and schools of thought that reacted to Universalist pretensions by stressing the Volkgeist, spiritual driving force, cultural configurations, and world views emanating from specific peoples. During its existence, a number of consequential Americanist congresses seeking generalized understandings of the Americas have been presided over by anthropologists, such as Franz Boas, Paul Rivet, Sol Tax, Otto Zerries, and Elio Masferrer Kan. Yet as Brazilian anthropologist Roberto Cardoso de Oliveira observes, the discipline itself has flowered into very distinct “styles of anthropology” in different national contexts, evident outside the central countries – USA, Britain and France – where it emerged. A comparison of national anthropologies must come to grips with this double inflexion of difference: between national histories and cultural traditions and distinct disciplinary styles that generate and reabsorb indigenous understandings across the Americas. This symposium invites participants to reflect on what is being done today in field research with indigenous peoples in their respective locales and on how emerging and ongoing political engagement of indigenous peoples are reflected in disciplinary practice and understanding.

Simpósio 01/57. Antropologia com Povos Indígenas em Contextos Nacionais: Afirmações Indígenas e Nacionais e Prática Disciplinar

O simpósio pretende reunir antropólogos/as que realizam pesquisas com povos indígenas para focar o tema "universalidade e particularismo nas Américas". A compreensão das contribuições indígenas para várias nações e tradições das Américas sempre foi fundamental para a missão americanista de contribuir para o "estudo etnográfico, linguístico e histórico das Américas". A própria disciplina da antropologia surgiu do encontro entre as idéias universais da razão e os direitos humanos do Iluminismo e as escolas de pensamento que reagiram às pretensões universalistas ao enfatizar o Volkgeist, força motriz espiritual, configurações culturais e visões do mundo emanadas de povos específicos. Durante a sua existência, uma série de congressos americanistas que buscam compreensões generalizadas das Américas foram presididos por antropólogos, como Franz Boas, Paul Rivet, Sol Tax, Otto Zerries e Elio Masferrer Kan. No entanto, como observa o antropólogo brasileiro Roberto Cardoso de Oliveira, a própria disciplina floresceu em "estilos de antropologia" muito distintos em diferentes contextos nacionais, evidentes fora dos países centrais - EUA, Grã-Bretanha e França - onde a disciplina surgiu e se consolidou. Uma comparação das antropologias em contextos nacionais deve enfrentar essa dupla inflexão da diferença: entre histórias nacionais e tradições culturais e estilos disciplinares distintos que geram e reabsorvem compreensões indígenas nas Américas. Este simpósio convida os participantes a refletir sobre o que está sendo feito hoje na pesquisa de campo com povos indígenas em seus locais respectivos e sobre o envolvimento político emergente e contínuo dos povos indígenas refletido na prática disciplinar e na sua compreensão.

Stephen Grant Baines – Universidade de Brasília – UnB, Brazil

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William H. Fisher – College of William and Mary, USA

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Cordialmente,

William H. Fisher e Stephen G. Baines

 
 
 


Estimados/as

 

Les informamos nuestra propuesta de GT “Pueblos Indígenas en el ámbito del Mercosur: Estados, fronteras, etnicidades, nacionalidad y transnacionalidad” coordinado por:  

Stephen G. BAINES, Departamento de Antropologia (DAN), Universidade de Brasília

Sebastián VALVERDE, Sección Antropología Social, Instituto de Ciencias Antropologicas, Facultad de Filosofía y Letras (FFyL), Universidad de Buenos Aires

Luis Eugenio CAMPOS MUÑOZ, Escuela de Antropología, Universidad Academia de Humanismo Cristiano (UAHC); Presidente del Colegio de Antropólogos de Chile, fue aprobada para la XII RAM (XII Reunión de Antropología del MERCOSUR: “Experiencias etnográficas: desafíos y acciones para el siglo XXI”

 “Pueblos Indígenas en el ámbito del Mercosur: Estados, fronteras, etnicidades, nacionalidad y transnacionalidad” 

El presente Grupo de Trabajo de la XII Reunión de Antropología del Mercosur (RAM), tiene por objetivo reunir diferentes trabajos que se centran en la situación de los pueblos indígenas en América Latina -y en particular en el ámbito del Mercosur- en el contexto actual. Proponemos abordar diferentes aristas de los pueblos originarios, como la vinculación con los Estados nacionales, con diferentes agentes privados y de la denominada “Sociedad Civil”, la relación con las fronteras geopolíticas (y otras como las socioculturales, políticas, etc.), los procesos de reemergencia y/o etnogénesis, muchas veces en contextos de conflictividad territorial y/o con diferentes actores.

La emergencia, consolidación y repercusiones sociales que poseen una multiplicidad de expresiones de los pueblos indígenas, constituye -como es largamente sabido- uno de los fenómenos más relevantes en las últimas décadas en toda la región. A partir de esta realidad formulamos diferentes ejes.

El primero, se basa en las diversas dinámicas de readscripción étnica, reactualización de la identidad, reemergencia y/o etnogénesis. Se atenderá a las dinámicas de organizaciones de los diversos colectivos socioculturales, la relación con dinámicas de larga duración y a la vez aspectos coyunturales (o “disparadores”) que explican estos procesos.

Otro de los ejes del Grupo de Trabajo, constituyen la vinculación con los Estados en sus diferentes niveles y organismos, a partir de la instrumentación de las diversas legislaciones y políticas públicas, programas de desarrollo y modalidades de co-gestión, “co-manejo” o “gobernanza”, que tienen como destinatarios a diversos agrupamientos de los pueblos indígenas. Esto incluye también la relación con ONG’s, Iglesias, Organismos de Cooperación Internacional, etc., empresas que desarrollan programas de apoyo, etc.

Por último, y en esta compleja relación pueblos indígenas – Estados nacionales, otra línea del Grupo de Trabajo, constituye la relación entre etnicidad, nacionalidad y fronteras, temática de particular trascendencia ante la situación fronteriza de la ciudad de Posadas (sede de esta XII RAM). Este tópico parte tanto de la situación de los pueblos indígenas que se asientan en ámbitos de las fronteras internacionales, a partir de las investigaciones pioneras realizadas en Brasil por Roberto Cardoso de Oliveira en la década de 1990 (Oliveira; Baines, 2005). Es el caso de los Mapuches y los Huarpes en la frontera Argentina-Chile, los Makuxi y Wapichana en la frontera Brasil-Guiana, los Guaraníes en las fronteras Argentina-Brasil- Paraguay-Bolivia, los Ashaninka y los Mayoruna en la frontera Brasil-Perú, los Aymaras en la frontera Bolivia Chile, y otros ejemplos de pueblos indígenas ubicados en fronteras internacionales. Se trata de considerar las modalidades que asume la intersección entre las nacionalidades y las etnicidades, y a la vez, cómo estas configuraciones de los pueblos en estos contextos, entran en contradicción con las visiones hegemónicas de los Estados nacionales (que conciben a las fronteras internacionales como el límite de la identidad nacional). Por eso se vincula también a las fronteras geopolíticas con otras formas de “fronterización” que adquieren relevancia (como las socioculturales, políticas, temporales, etc.), y que se actualizan y redefinen en este contexto.

Pueden ya remitir resumenes de propuestas de ponencias a los e-mails de los tres coordinadores 

Stephen G. BAINES, Departamento de Antropologia (DAN), Universidade de Brasília; 

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Sebastián VALVERDE, Sección Antropología Social, Instituto de Ciencias Antropologicas, Facultad de Filosofía y Letras (FFyL), Universidad de Buenos Aires; 

Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.";,"target":"_blank"}">Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. 

Luis Eugenio CAMPOS MUÑOZ, Escuela de Antropología, Universidad Academia de Humanismo Cristiano (UAHC); Presidente del Colegio de Antropólogos de Chile; 

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XII RAM (XII Reunión de Antropología del MERCOSUR: “Experiencias etnográficas: desafíos y acciones para el siglo XXI”

La fecha de presentación y aprobación/rechazo de resúmenes vence el 10 de julio. La fecha de presentación y aprobación/rechazo de ponencias vence el 16 de octubre del corriente.

Les solicitamos que informen a los participantes lo siguiente: tanto los resúmenes como las ponencias que se presentarán deben ajustarse en su presentación al formato que propone la Revista Avá (Programa de Postgrado en Antropología Social. FHyCS-UNaM) http://www.ava.unam.edu.ar/

Los resúmenes y ponencias que no se ajusten a ese formato no podrán ser publicados, ya que su reedición implicaría la contratación de recursos humanos extras que no podemos financiar.

Ningún GT podrá aprobar más de veinte (20) ponencias, ni se abrirán las sesiones de aquellos que no cuenten con un mínimo de cinco (5). Esta medida se toma a efectos de que haya espacio disponible suficiente para todas las actividades de la XII RAM.

Muchas gracias por difundir

 
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GT20 - Os direitos dos povos indígenas e de outras populações tradicionais e as políticas do Estado: eixos de desenvolvimento e resistências sociais na América Latina

Coordenação: Stephen Grant Baines (UnB) e Vânia Rocha Fialho de Paiva e Souza (UFPE) na reunião da ANPOCS 2017.
 
 

 

O LAEPI realizará o Minicurso "Povos indígenas, comunidades tradicionais e governança da água" de 23 a 25 de outubro de 2017, das 19h às 22h.


Diálogos: Homossexualidade indígena 

 
Para falar sobre o tema, a UnBTV convidou os professores Cristhian Teófilo da Silva e Estevão Fernandes, pesquisadores do LAEPI. Confira!

 

 

06-09 de Julio de 2017, Bogotá-Colômbia

Simpósio y Mesa de Trabajo: Identidades, agenciamentos e escalas: pensando as questões indígenas nos séculos XX e XXI 

Coordinadores Ricardo Verdum Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.); Maria Barroso (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.)

Comentaristas Fernando García Serrano; José Gabriel Silveira Corrêa

Ponentes Regina Érika Domingos de Figueiredo; Natalia Castelnuovo Biraben; Guillaume Boccara; Vinicius Mesquita Rosenthal; María Florencia Trentini; Renata Curcio Valente; Thiago Arruda Ribeiro dos Santos; Carla Susana Alem Abrantes; Laura Zapata; Daniela Caruza Gonçalves Ferreira; Renata Albuquerque de Moraes; Vanessa de Souza Hacon

Resumen No simpósio pretendemos examinar processos ligados à definição contemporânea de políticas indigenistas e identidades indígenas a partir de articulações político- administrativas, jurídicas e simbólicas envolvendo o agenciamento de atores situados em diferentes escalas e níveis. Além de funcionários das administrações públicas de Estados nacionais, podemos identificar como parte desses procesos membros de bancos multilaterais; da OEA, UNESCO, FAO, OIT, OMS e outras agências da ONU; de agências bilaterais de cooperação e de ONGs nacionais e internacionais; missões religiosas; empresas; e profissionais de distintas áreas acadêmicas, como saúde, educação, antropologia, direitos humanos, gestão ambiental e desenvolvimento comunitário, dentre outras, além de representantes indígenas e de suas organizações. Buscamos reunir assim pesquisadores que estejam desenvolvendo investigações etnográficas que exemplifiquem casos de articulação social, política e simbólica entre espaços sociais locais, nacionais e transnacionais.

Visamos com isto ampliar a compreensão sobre a territorialização de determinadas formas de indigenismo e de seus processos de constituição histórica, analisando suas perspectivas, configurações e processos sócio-políticos; práticas cotidianas; efeitos nos modos de vida e na autodeterminação dos indígenas enquanto sujeitos de direito; e a atuação desses indígenas em relação aos diferentes agentes e projetos com que interagem.

 

LAEPI saúda a Associação Coletiva de Mulheres da UnB

As mulheres da Universidade de Brasília, em articulação coletiva e autônoma entre todos os segmentos da comunidade acadêmica, constituindo-se como movimento organizado na Associação Coletiva de Mulheres, ocupou bravamente 16 dias até a conquista do espaço físico para o Centro de Convivência de Mulheres (CCM), local de acolhimento e articulação das mulheres frente às situações de violência contra a mulher em todas as suas formas. https://www.facebook.com/Centro-de-Conviv%C3%AAncia-de-Mulheres-UnB-1134929409967429/?hc_ref=SEARCH&fref=nf"}">https://www.facebook.com/Centro-de-Conviv%C3%AAncia-de-Mulheres-UnB-1134929409967429/?hc_ref=SEARCH&fref=nf

A Coletiva de Mulheres da UnB marcou sua posição política frente ao prolongado descaso da Universidade de Brasília  acerca da definição e implementação de uma política concreta de atenção às demandas das mulheres nos espaços da Universidade, e omissão no enfrentamento real das graves violações aos seus direitos enquanto  estudantes, docentes, servidoras e funcionárias de empresas terceirizadas,  cotidianamente submetidas ao  assédio moral, ao acossamento sexual, ao feminicídio e outras violências dentro do espaço da instituição, o qual é também constituído pelas mulheres estudantes indígenas na graduação e na pós-graduação.

Em reunião histórica, na data de 17 de maio de 2017, realizada na Sala de Atos da Reitoria, com a presença de assessores da Reitora, Decanato de Graduação e de Assuntos Comunitários e da Diretora da Diversidade firmou-se o termo de compromisso da Universidade com a atuação em parceria para operacionalidade do Centro de Convivência da Mulher e com a participação consultiva da Associação Coletiva de Mulheres da UnB em todas as questões envolvendo as políticas para mulheres no espaço institucional, além de promover ações imediatas para garantir o bem estar das mulheres mães e suas filhas/os.

Uma vitória de todas.

O LAEPI SAÚDA A ASSOCIAÇÃO COLETIVA DE MULHERES DA UnB nesse desafio de dar outro impulso para as atividades necessárias para tornar o espaço público da UnB um espaço de segurança e de respeito para as mulheres, e manifesta apoio incondicional e seu profundo respeito com a mobilização transformadora dos movimentos sociais para a progressiva eliminação de práticas sexistas, machistas, patriarcais, homofóbicas e racistas dentro da Universidade.

O LAEPI constitui-se como espaço que reúne pesquisadoras e pesquisadores comprometidas/os com a equivalência de gênero, com o respeito a identidade de gênero e com a não discriminação http://laepiceppacunb.blogspot.com/2014/04/declaracao-de-postura-antirracista.html 

 
 
 
CALL FOR PAPERS
APPEL À PROPOSITIONS
CHAMADA PARA ARTIGOS
LLAMADA PARA PONENCIAS
"Hope, futures and worldmaking: critical anthropology beyond the tropes of suffering"
"L'espoir, l'avenir et la construction de mondes: l'anthropologie critique au-delà des tropes de la souffrance"
"Esperança, futuro e mundos em criação: antropologia crítica além dos tropos de sofrimento"
"Esperanza, futuros y mundos en creation: antropologia crítica más allá de los tropos del sufrimiento"
- We invite paper proposals to be presented in English, French, Portuguese or Spanish although it is recommended to prepare a PowerPoint presentation in English to help mutual comprehension!
- Nous invitons les propositions à être présentées en anglais, français, portugais ou espagnol, mais recommandons de préparer une présentation PowerPoint en anglais pour aider à la compréhension mutuelle!
- Convidamos a apresentar propostas em inglês, francês, português ou espanhol, ainda que seja recomendável preparar uma apresentação em PowerPoint em inglês para auxiliar a compreensão recíproca!
- Invitamos a presentar propuestas en inglés, francés, portugués o español, aunque se recomienda preparar una presentación en PowerPoint en inglés para ayudar a la comprensión mutua!
To send your proposal/Pour envoyer votre proposition/Para enviar sua proposta/Para enviar su propuesta:
 
Deadline: 19 December
Date limite: 19 décembre
Prazo limite: 19 dezembro
Fecha limite: 19 diciembre
Prof. Martin Hébert (Université Laval)
Prof. Cristhian Teófilo da Silva (Universidade de Brasília)
Convenors/Convenyeurs/Organizadores/Coordinadores
 
 
Segundo Congreso Internacional Los Pueblos Indígenas de América Latina, siglos XIX-XXI
Avances, perspectivas y retos
Santa Rosa (La Pampa), Argentina
20 a 24 de septiembre de 2016
 
Título del simposio 66: MOVIMIENTOS, RESISTENCIAS INDÍGENAS Y ESTADOS NACIONALES: TRANSFORMACIONES Y PARADOJAS CONTEMPORÁNEAS
Coordinadores:
Stephen Grant Baines (Brasil, Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.)
Luis Eugenio Campos Muñoz (Chile, Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.; Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Sebastián Valverde (Argentina, Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.)
Fundamentación: La emergencia, consolidación, creciente visibilidad y repercusiones sociales que poseen una multiplicidad de formas organizativas de los pueblos indígenas, constituye uno de los fenómenos más relevantes en las últimas décadas en América Latina. En toda la región vienen extendiéndose estas configuraciones socioculturales que demandan -en función de su identidad originaria- una serie de derechos territoriales, históricos, culturales, lingüísticos, etc. Esto plantea grandes cambios en la relación de los pueblos indígenas con las sociedades nacionales, regionales y locales. Una de las aristas de estas transformaciones es en relación a las políticas públicas, en especial en el ámbito jurídico –a partir del reconocimiento de la preexistencia étnica y cultural de los diversos pueblos-. A la vez, se viene dando una solidaridad por parte de amplios sectores sociales hacia las demandas y reivindicaciones de estos colectivos sociales. Todas estas redefiniciones están relacionadas con las políticas implementadas en los países de la región desde la recuperación de la democracia, a partir del accionar de estas organizaciones etnopolíticas y el acceso, en muchos casos, de dirigentes indígenas a mayores niveles de instrucción formal, la extensión de programas de educación superior, la participación en diversas organizaciones sociales, grupos de base de las iglesias, etc. Estos movimientos indígenas, progresivamente se vienen convirtiendo en ámbitos de referencia a partir de la visibilización de las “demandas indígenas” en la esfera pública o bien a través de espacios de participación en diversas entidades gubernamentales. Pero estas dinámicas innovadoras de co-gobierno, traen aparejados efectos paradójicos y inesperados, en algunos casos con elevados niveles de tensión entre diversos grupos y/o entre sectores de la dirigencia y las bases, al tiempo que se dan grandes contrastes entre niveles y organismos estatales entre sí en función de la aplicación de dichas políticas (a las que hemos hecho referencia). Paralelamente, otro de los profundos y acelerados cambios que han afectado a los pueblos originarios, se asocia a la expansión de diversas actividades económicas basadas en laexplotación y exportación de materias primas, la construcción de diversas obras de infraestructura y las reconversiones socio-productivas en territorios que -en muchos casos- hasta hace poco tiempo eran considerados “marginales”. Las políticas de desarrollo centradas en la explotación de estos recursos, han llevado a una profundización de las desigualdades socio-étnicas y de los procesos de movilización etnopolítica. En algunos casos, estas dinámicas asumen características sumamente conflictivas, como la expansión forestal en relación al pueblo Mapuche en Chile, la de la frontera agraria y desmontes en Argentina (en el Noreste y Noroeste) y Brasil (Amazonía, Noreste, etc.). También debemos mencionar, -en estos y otros países de la región- diferentes obras de infraestructura, complejos industriales, hidroeléctricos, minería, hidrovías, plantas de energía eólica, complejos portuarios, termoeléctricos, etc. que afectan a los pueblos originarios, incidiendo profundamente en sus procesos de movilización, reconocimiento y en la demarcación de sus territorios tradicionales.
Esto conlleva en muchos casos procesos de estigmatización, judicialización, presencia de dirigentes indígenas en las cárceles (como en Chile) y ausencia –en muchos casos- de reconocimiento de los pueblos indígenas como tales en los procedimientos judiciales, en su encarcelamiento y en los posteriores juicios.
Por último, una de las dinámicas inherentes a las agrupaciones indígenas en el contexto actual de América Latina, es el trabajo mancomunado y articulado que vienen desarrollando con vastos sectores sociales -como Universidades, y otras instituciones educativas, organizaciones no gubernamentales, movimientos sociales, políticos, sindicales, ciertos niveles estatales, etc.- A partir de estas acciones conjuntas, se ha producido un avance significativamente que ha generado grandes transformaciones en el reconocimiento social y jurídico hacia los diversos grupos, en la recuperación de su presencia histórica y en la crítica y revisión de las configuraciones y relatos otrora “tradicionales” que han tendido a negar y estigmatizar a estos pueblos. Por ello, un tema a desarrollar en este Simposio, tiene que ver con las diversas experiencias de trabajo articuladas con los movimientos etnopolíticos, lo que incluye innovaciones en la propia práctica antropológica (o en otras disciplinas afines) como la denominada “transferencia”, “extensión”, o “antropología colaborativa”.
En este II Congreso de Pueblos Indígenas de América Latina (CIPIAL), nos proponemos discutir, desde una perspectiva colaborativa y comparativa entre los diversos países de la región, sobre estas dinámicas que asumen las relaciones interétnicas y sus expresiones etnopolíticas, la relación con los ámbitos estatales y los organismos y emprendimientos privados. Realidad signada por grandes avances en términos de reconocimiento a la diversidad, pero también por la persistencia –y en muchos casos profundización- de las situaciones de desigualdad y explotación hacia los diferentes grupos diferenciados étnicamente.
Está prevista la participación de profesionales de la disciplina antropológica, pero también está orientado a dirigentes y/o intelectuales de los pueblos originarios, cuya participación en el ámbito del simposio resultará fundamental en vistas de poder efectuar un debate intercultural.
 
 

Local: Memorial Darcy Ribeiro (Beijódromo), Campus Darcy Ribeiro, Universidade de Brasília (UnB)  Asa Norte, Brasília, DF.

tel:  (61) 3107-0582)

Data: Segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Horário:  15-19h

Programação (sujeita a ajustes)

Abertura:

  • João Akira (Procurador Regional da República – MPF)
  • Brent Millikan (Diretor, International Rivers – Brasil)

Mesa 01

  • Territórios, populações e grandes empreendimentos na bacia do Tapajós – Daniela Alarcon (Doutoranda em Antropologia Social no Museu Nacional da UFRJ e co-organizadora do livro)
  • Impactos sociais e ambientais de hidrelétricas e hidrovias na bacia do Tapajós – Philip Fearnside (INPA)
  • Hidrelétricas e Política Energética no Brasil – Wilson Cabral de Sousa Júnior (ITA)
  • Aspectos chave do planejamento e licenciamento de hidrelétricas na Amazônia – Brent Millikan (International Rivers – Brasil)
  • O BNDES e o financiamento de hidrelétricas no Xingu e Tapajós – Biviany Rojas, Advogada, Programa Xingu, Instituto Socioambiental (ISA)
  • Comentários:Prof. Dr. Cristhian Teófilo da Silva, LAEPI/CEPPAC/UnB

Mesa 02

  • Hidrelétricas e Direitos Socioambientais – João Akira (Procurador Regional, MPF)
  • Josafá Akay – Representante do Povo Munduruku
  • Francisco Firmino da Silva– Representante da Comunidade Montanha e Mangabal
  • Barragens e Povos Indígenas no rio Juruena, Andreia Fanzeres – Coordenadora do Programa de Direitos Indígenas, Operação Amazônia Nativa (OPAN)
  • Licenciamento ambiental de hidrelétricas no rio Teles Pires – João Andrade – ICV
  • Darlisson Apiaká,Representante do povo Apiaká (Rio Teles Pires)

Exibição do documentário “O Complexo” sobre hidrelétricas na bacia do Teles Pires

Comentários:

  • Prof. Ela Wiecko, Depto. de Direito, UnB / Procuradora da República
  • Prof. Dr. Stephen Baines – LAGERI/DAN/UnB


Debate aberto

Encerramento

Coquetel

Apoio:

LAEPI

LAGERI

 
Para mais informações e apoiar o projeto https://www.catarse.me/amigosdamemoria.

Para conhecer o conteúdo já disponibilizadohttp://www.docvirt.com/docreader.net/DocReader.aspx?bib=BMN_ArquivoNacional&pasta=asi-funai

http://armazemmemoria.com.br/ tem se dedicado a mapear e reunir para pesquisa online livre e gratuita, acervos que contenham memória de resistência do povo brasileiro, organizando centros de referência virtuais temáticos.
 
Esta campanha tem por objetivo incluir 50 mil páginas de documentos do extinto Serviço Nacional de Informações (SNI), especificamente do fundo http://www.an.gov.br/mr/Multinivel/Exibe_Pesquisa_Reduzida.asp?v_CodReferencia_ID=231"ASI-FUNAI, (Assessoria de Segurança e Informação da Fundação Nacional do Índio ) e que contém importante documentação de apoio à luta dos povos indígenas para o reconhecimento de seus direitos hoje.
A ASI-FUNAI monitorou durante a ditadura militar e também na nova-república, a resistência dos povos indígenas brasileiros, as ações de indigenistas e de instituições envolvidas com o trabalho com o índio, bem como a imprensa, tendo recolhido aos seus arquivos documentos produzidos, coletados e recebidos predominantemente entre os anos de 1968 a 1990, chegando até o ano 2000.
 
Este acervo é uma caixa de ressonância dos conflitos gerados pelos vários planos nacionais de integração e desenvolvimento aplicados pelo estado brasileiro à época e que atingiram duramente os povos indígenas no Brasil, como apontou a Comissão Nacional da Verdade, com consequências sentidas até hoje.
O acervo completo está estimado pelo Arquivo Nacional em torno de 148.200 páginas, organizados conforme abaixo.
 
 
O Armazém Memória disponibilizou no http://armazemmemoria.com.br/centros-indigena/Centro de Referência Virtual Indígena pouco mais de 18% do conteúdo deste fundo, ou seja, http://www.docvirt.com/docreader.net/docreader.aspx?bib=BMN_ArquivoNacional&pesq=&pesquisa=Pesquisar"integralmente a pasta 6 e a sub-pasta sobre demarcação de terras da pasta 5 marcada acima.
 
A documentação reunida no portal é muito acessada por estudantes, professores, historiadores, jornalistas, escritores, diretores de cinema, agentes públicos, lideranças indígenas, agentes do movimento social, entidades da sociedade civil e de direitos humanos.
 
Destacamos também o uso feito por procuradores e procuradoras do MPF, que buscam dirimir dúvidas e preencher lacunas de defesa processual, como por exemplo, o processo que corre no Paraná sobre a disputa territorial de Mato Preto, onde documentos encontrados no acervo online, foram incluídos no processo como elemento de prova em favor dos direitos do povo Guarani.
 
Com esta campanha queremos aumentar em 33% o conteúdo disponibilizado à pesquisa deste fundo, ampliando a possibilidade de localização de documentos probatórios, que possam auxiliar na reafirmação do direito reclamado pelos povos indígenas nos processos que tramitam na justiça brasileira, bem como ampliar a possibilidade de estudos sobre as violações cometidas neste período para fins de reparação.
 
Estimulando o desenvolvimento da justiça de transição, outra frente de pesquisa que irá se beneficiar do acesso a estas 50 mil páginas, onde, com base nesta documentação, são organizadas informações para a abertura de processos de reparação aos povos indígenas vítimas de graves violações de direitos humanos em sua relação com a sociedade envolvente.
 
A Comissão Nacional da Verdade (CNV) em seu relatório final aponta http://www.docvirt.com/docreader.net/docreader.aspx?bib=ComissaoVerdade&PagFis=700913 recomendações indígenas ao estado brasileiro, que são fundamentais para o avanço da democracia pluri-étnica em nosso país.
 
Este projeto de forma colaborativa busca dar sequencia a estas recomendações da CNV, uma vez que o estado brasileiro não tomou conhecimento delas e neste quadro político que vivemos, que aponta para ações de mais retirada de seus direitos constitucionais, é fundamental abrir acesso a pesquisa universal e gratuita a este fundo documental.
 
Com sua doação mais da metade de todo o fundo ASI-FUNAI depositado no Arquivo Nacional estará disponível na internet, colaborando assim para que os direitos territoriais indígenas, que estão sendo atacados de forma tão direta e por tantas forças articuladas no executivo, legislativo e judiciário, sejam fortalecidos mediante o acesso e pesquisa a esta documentação.
 
Veja como apoiar nosso projeto no Catarse e colabore conosco para realizarmos mais este aporte de conteúdo em defesa dos povos indígenas brasileiros.
 
 
Veja alguns parceiros que estão empenhados para que a campanha se concretize.
 
 
 
 
 
 
 
   
 
 
 
 
Atenciosamente,
Marcelo Zelic - coordenador do projeto Armazém Memória.
 
 
 
 
03 a 06 de agosto de 2016
João Pessoa, Paraíba
UFPB, Campus I

018. Articulações transnacionais, identidades indígenas e políticas indigenistas nos séculos XX e XXI

Coordenadores
Ricardo Verdum (UFSC)
Maria Macedo Barroso (UFRJ)


O GT pretende examinar processos ligados à definição contemporânea de políticas indigenistas e identidades indígenas a partir de articulações político-administrativas, jurídicas e simbólicas envolvendo o agenciamento de atores situados em diferentes escalas e níveis. Além de funcionários das administrações públicas de Estados nacionais, podemos identificar como parte desses processos membros de bancos multilaterais; da OEA, UNESCO, FAO, OIT, OMS e outras agências da ONU; de agências bilaterais de cooperação e de ONGs nacionais e internacionais; empresas; e profissionais de distintas áreas acadêmicas, como saúde, educação, antropologia, direitos humanos, gestão ambiental e desenvolvimento comunitário, dentre outras, além de representantes indígenas e de suas organizações.
 
Buscamos reunir assim pesquisadores que estejam desenvolvendo investigações etnográficas que exemplifiquem casos de articulação social, política e simbólica entre espaços sociais locais, nacionais e transnacionais. Visamos com isto ampliar a compreensão sobre a territorialização de determinadas formas de indigenismo e de seus processos de constituição histórica, analisando suas perspectivas, configurações e processos sócio-políticos; práticas cotidianas; efeitos nos modos de vida e na autodeterminação dos indígenas enquanto sujeitos de direito; e a atuação desses indígenas em relação aos diferentes agentes e projetos com que interagem.
 

037. Indígenas, Quilombolas e outros Povos e Comunidades Tradicionais em Situações Urbanas: identidades, territórios e conflitos.
Stephen Grant Baines (Universidade de Brasília) 
(Coordenador)

Estêvão Martins Palitot (PPG em Antropologia/Universidade Federal da Paraíba) 
(Coordenador)
O GT pretende reunir trabalhos de pesquisadores que investiguem sobre indígenas, quilombolas e outros povos e comunidades tradicionais em diversas situações urbanas: abrangendo trabalhos sobre comunidades indígenas, quilombolas e outras comunidades tradicionais em cidades, a migração para cidades, educação indígena em cidades, educação indígena universitária, indígenas, quilombolas e tradicionais presos, e outras situações no meio urbano. Pretende-se abrir debates sobre as diversas circunstâncias em que indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais se encontram em cidades. Conforme o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2000, no Brasil a população indígena totaliza 896.917 mil, sendo 342.836 em áreas urbanas. Além dos indígenas, comunidades quilombolas e de povos tradicionais, como ciganos, ribeirinhos e pescadores, habitam em cidades de médio e grande porte por todo o país, muitas vezes, enfrentando situações de confronto com projetos de reordenamento do espaço urbano, onde não lhes são garantidas condições de participação e decisão. A existência e a organização desses grupos nos espaços urbanos envolvem diversas problemáticas, abordadas tanto nos meios acadêmicos, quanto nas políticas públicas e que merecem uma atenção sistemática da reflexão antropológica.
 
 
POVOS INDÍGENAS, DIREITOS CULTURAIS E ESTADANIA: EXAMINANDO OS LIMITES DA CIDADANIA MULTICULTURAL NO BRASIL E NO CANADÁ
Dr. Cristhian Teófilo da Silva
Professor Associado 1, CEPPAC/UnB; coordenador-LAEPI/CEPPAC
16h às 18h, na sexta-feira, 17 de junho de 2016
 A reunião será realizada na Sala de Aulas de Pós-Graduação, Departamento de Antropologia, Prédio Novo do ICS/UnB
Reunião aberta a tod@s interessad@s. COMPAREÇAM!
Coordenador: Prof. Stephen G. Baines, DAN/UnB
Visite o site do LAGERI: http://www.dan.unb.br/lageri

 

IX Congreso de la Red Latinoamericana de Antropología Jurídica (RELAJU), “Sociedades plurales y estados nacionales: límites y desafíos para la efectividad de los derechos"


Local: Pirenópolis- Goiás (próximo de Brasilia), Brasil  no período de  30 de setembro a 2 de outubro de 2015

SEGUNDA-FEIRA, 28 DE SETEMBRO DE 2015, 9h

Centro de Convenções da Pousada dos Pireneus

 

Conferência: "As dezenove condicionantes do STF e a desconstrução do estatuto jurídico das terras indígenas no Brasil: Esboço de uma análise antropológica crítica"

 

Cristhian Teófilo da Silva (coordenador do LAEPI, CEPPAC/UnB, Brasil)


QUARTA-FEIRA, 30 DE SETEMBRO DE 2015, 9h

Centro de Convenções da Pousada dos Pireneus

 

SALA 03 EIXO 3

Derechos territoriales, proyectos de desarrollo de gran escala y alternativas indígenas de desarrollo

Ementa: A partir da década de 1970, os governos de muitos países latino-americanos e outros países, juntamente com grandes consórcios de empresas começaram a implantar projetos de desenvolvimento regional de grande escala, avançando sobre os territórios dos povos indígenas, sem consultar às lideranças. Com a consolidação do movimento político indígena, também da década de 1970-1980, e o reconhecimento dos direitos indígenas incorporados nas novas Constituições nacionais e a criação de novas legislações internacionais como a Convenção 169 da OIT (1989) e a Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas (2007), empresas e governos tiveram de adotar novas estratégias para respeitar os direitos indígenas, ou fazer parecer que respeitam. Enquanto alguns povos indígenas continuam lutando para efetivar seus direitos, outros povos, com suas terras regularizadas, enfrentam o desafio da gestão territorial de formas sustentáveis em situações onde os projetos em grande escala continuam a constituir uma ameaça para a sua autonomia local. Esta Mesa de Trabalho propõe discutir casos diferentes em diversos países da América Latina, examinando os esforços por parte dos povos indígenas de criar alternativas indígenas de desenvolvimento comunitário.

Coordenador: Stephen G. Baines (Universidade de Brasília - Brasil)

 

QUINTA-FEIRA, 01 DE OUTUBRO DE 2015, 16h

Centro de Convenções da Pousada dos Pireneus

 

SALA 9 EIXO 4

Povos indígenas e decolonialidad: as faces da diversidade étnica e da pluralidade cultural nos movimentos autonomistas nas Américas

 

Resumo: A demanda de autonomia tornou-se hoje um elemento comum das plataformas reivindicativas dos movimentos indígenas nas Américas. O tema não é novo, o debate existe desde a chegada dos europeus no continente. O desejo de ter o controle sobre seu território, seus recursos, suas formas de organização social, política e religiosa é uma demanda antiga dos povos indígenas. A reivindicação por autonomia é secular, assim como é secular a opressão e a resistência a ela. A autonomia indígena é não só um assunto que tem uma longa história, mas também um tema complexo, cuja compreensão exige uma abordagem multidimensional e interrelacionando as multiplas perspectivas. Cada movimento ou organização indígena, cada comunidade vai tratar a autonomia de forma diferente, daí a necessidade de analisar com cuidado os diferentes conteúdos que surgem nas reivindicações dos movimentos indígenas e nas propostas de autonomia e o seu reconhecimento de demandas especificicas e variados campos da vida. Por isso, o impacto e as respostas às demandas por autonomia não podem ser explicados fora da história dos movimentos autonomistas e da elaboração normativa que incorpora a diversidade étnica e afirmam o pluralismo cultural.  Essa mesa propõe refletir sobre o lugar dos povos indígenas nas democracias contemporâneas e suas demandas específicas e singulares frente ao Estado e a sociedade nacional.

 

Coordenadora: Ana Catarina Zema Resende  (Brasil)

 

Debatedor: Prof. Dr. Cristhian Teófilo da Silva (CEPPAC/UnB)


QUINTA-FEIRA, 01 DE OUTUBRO DE 2015, 14h
Centro de Convenções da Pousada dos Pireneus

SALA ITA e ALAOR

Las institucionalidades estatales en América Latina y sus efectos en la efectivación de los derechos territoriales y de consulta de los pueblos indígenas

 


SEXTA-FEIRA, 02 DE OUTUBRO DE 2015, 14h às 16h

Centro de Convenções da Pousada dos Pireneus

 

SALA ITA e ALAOR

Autonomias indígenas, derechos territoriales y disputa por la justicia: Avanzos, retrocesos y los desafíos para los pueblos indígenas

 

Coordenadoras: Maria Teresa Sierra (México) e Sandra Nascimento (Brasil)

O encontro ocorrerá em Alagoas, Maceió, entre os dias 19 e 22 de julho de 2015 (maiores informações: http://www.reaabanne.com.br/)

Grupo de Trabalho 06: Etnologia e indigenismo na Amazônia meridional: sociedades indígenas na zona de expansão da fronteira agropecuária

Coordenadores: Edwin Boudewijn Reesink (UFRJ/UFPE)

Estevão Rafael Fernandes (LAEPI/UnB/UFRO)

Felipe Ferreira Vander Velden(Unicamp/UFSCAR)

As sociedades indígenas na região sul da bacia Amazônica, em sua zona fronteiriça com os cerrados do centro do continente sul-americano, vêm apresentando questões de inquestionável interesse para a etnologia americanista desde sua constituição, há mais de um século. Trabalhos seminais como os de Karl Von den Steinen, Claude Lévi-Strauss, Patrick Menget, Nathalie Petesch, Aryon Dall’Igna Rodrigues e Eduardo Viveiros de Castro, entre vários outros, demonstram alguns dos significativos problemas e desafios teóricos e etnográficos colocados pelos povos nativos desta zona de transição entre as sociocosmologias da floresta e dos cerrados do Brasil Central, apontando para a centralidade desta região no processo de entendimento – lógico e histórico – das formas sociais e cosmológicas das terras baixas sul-americanas.


Nas últimas décadas, contudo, muitas destas populações vêm sendo duramente atingidas pelas frentes de expansão que se deslocam predatoriamente em direção à Amazônia, configurando o que se convencionou denominar de Arco do Desmatamento. A recente explosão do agronegócio brasileiro (e também, em menor medida, boliviano), focado na exportação de commodities – especialmente carne e soja – de baixo valor agregado, mas também a exploração da madeira e de diferentes recursos minerais, além de grandes obras infraestruturais, fez com que se acirrassem as experiências deletérias de contato entre os povos nativos desta ampla zona e as sociedades nacionais que aqui podem bem apropriadamente serem denominadas envolventes.


Este grupo de trabalho pretende, pois, reunir etnólogos trabalhando com as populações indígenas desta porção das terras baixas sul-americanas, de modo a compartilharmos resultados de pesquisa com vistas a uma compreensão mais ampliada e refinada das dinâmicas sociais, políticas e históricas destes povos, bem como questões relativas à cosmologia, organização social, vida cerimonial, conhecimentos, práticas e técnicas. Nosso foco, assim, é um esforço comparativo no sentido de aguçar a compreensão das populações nativas da Amazônia meridional, incluindo suas relações com agentes do contato, especialmente neste cenário atual de avanço da devastação ambiental e de drásticas transformações territoriais, ambientais, econômicas e sociais. Desta forma, trabalhos interessados em questões ligadas às políticas indigenistas e ao indigenismo também serão bem-vindos. Além disso, esperamos poder acolher também produções indígenas que, nesta ampla região, estejam dialogando com o cenário corrente e com a produção antropológica/etnológica pertinente.

Vale assinalar que este grupo de trabalho aqui proposto pretende dar continuidade às reflexões iniciadas no III Encontro Internacional sobre Línguas e Culturas dos Povos Tupi, realizado em 2010 na Universidade de Brasília, na III Reunião Equatorial de Antropologia/XII Reunião de Antropólogos Norte e Nordeste, ocorrida em Boa Vista (RR) em 2011, e também na IV Reunião Equatorial de Antropologia/XIII Reunião de Antropólogos Norte e Nordeste, realizada em Fortaleza (CE) em 2013. 

 
 
Simpósio 154: Povos indígenas em fronteiras: formas de organização política e construção de identidades em limites de Estados nacionais.

(Área temática 11: Conflictos y reconstrucción de sistemas políticos)

Coordinación:

Stephen Grant Baines; Universidade de Brasília – Brasil. Email: stephengbaines2gmail.com

Joana A. Fernandes Silva; Universidade Federal de Goiás – Brasil. Email:Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Luis Eugenio Campos; Escuela de Antropología Universidad Academia de Humanismo Cristiano/ Centro Interdisciplinario de Estudios Interculturales e Indígenas – Chile. Email:Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.


 Resumo


A presença de povos indígenas em fronteiras nacionais, étnicas ou outras traz à tona questões complexas e desafiadoras para os pesquisadores que se dedicam às consequências do contato interétnico e seus impactos nas práticas culturais, nos processos de identificação e nas identidades de tais grupos. O Simpósio Temático reunirá antropólogos, historiadores e outros pesquisadores envolvidos em investigações colaborativas junto a povos indígenas em situações diversas de fronteiras nacionais. Todos os estudos são fundamentados em pesquisas de arquivos e trabalhos de campo junto a povos indígenas, além de cada membro do simpósio contribuir com reflexões teóricas a respeito da temática de povos indígenas em fronteiras nacionais e a interface de nacionalidades e etnicidades, na construção de identidades. O Simpósio tem o compromisso de avançar no debate sobre povos indígenas e fronteiras étnicas e nacionais em distintos pontos das Américas.

 

Projeto Cinema no Museu Antropológico da UFG

Local: Miniauditório do Museu Antropológico da UFG (Praça Universitária, Goiânia)

Data do evento: 28 de novembro 2014 às 14h, sexta-feira.

O Museu Antropológico da Universidade Federal de Goiás (MA-UFG) exibe na sexta-feira, dia 28/11/2014, às 14 horas, sessão do filme boliviano Yvy Maraey - Tierra sin Mal, dirigido por Juan Carlos Valdivia. O debate será conduzido por Wildes Andrade, pesquisador do LAEPI. A entrada é gratuita, aberta a todos os interessados e o público participante terá direito a declaração de participação.

Filme: Yvy Maraey - Tierra sin Mal

Direção: Juan Carlos Valdivia

Origem: Bolívia, 2013

Duração: 105 minutos

Idioma: Espanhol, Guarani e Aymará.

Legenda: Português

Sinopse: Um cineasta (o próprio diretor Valdivia) e um líder indígena guarani (Elio Ortiz) viajam juntos no sudeste boliviano, com o objetivo de investigar sobre o mundo guarani para o desenvolvimento de um filme. O ponto de partida é uma imagem em movimentos dos “selvagens” filmada em 1910 por Erland Nordenskiöld, antropológo e explorador sueco. Mas o presente tem mais possibilidades que a nostalgia de um mundo perdido. Kandire é uma viagem de autoconhecimento a partir do olhar e da escuta do outro. O encontro intercultural entre o branco e o indígena é narrado a partir de uma perspectiva épica de um povo heróico.

Debatedor: Wildes Andrade, mestre (UnB, 2014) e graduado (UFG, 2011) em Ciências Sociais. É pesquisador no Laboratório de Estudos e Pesquisas em Movimentos Indígenas, Políticas Indigenistas e Indigenismo (LAEPI, CEPPAC/UnB).

 
 
 
 
"Aspectos epistemológicos, antropológicos e políticos nos diálogos entre saberes"
20 de novembro de 2014
 
 
 
Foto: Eduardo Schwartzberg, La Razón, 2013.
 

É com pesar que comunicamos o falecimento do intelectual guarani Elio Garcia Ortiz, que deixa grande legado para o seu povo. Ele foi acometido por uma infecção pulmonar e faleceu na noite do dia 1º de agosto.

Nasceu no Isoso, região do Rio Parapetí no sudeste boliviano, e nos últimos anos morou em Camiri, onde trabalhava como consultor em educação escolar guarani e se dedicava à escrita. Elio Ortiz estudou comunicação e antropologia, e é autor de diversas publicações sobre seu povo: livros didáticos para educação intercultural bilíngüe, um dicionário etnológico guarani-castelhano, ensaios e traduções. Recentemente, ele atuou como co-protagonista e consultor no filme Yvy Maraëy – Tierra sin mal (2013), do cineasta Juan Carlos Valdivia.

No ano passado, Elio colaborou no campo da minha pesquisa em Camiri, a partir daí estabelecemos um diálogo sobre a questão guarani na Bolívia. Ele era um dos convidados palestrantes do I Colóquio do LAEPI, evento bianual do nosso Laboratório que terá a primeira edição em outubro deste ano.

Para Elio Ortiz, o mundo guarani se caracteriza pela alternância de contrastes: claro-escuro, céu-terra, água-seca, vida-morte. Nessa perspectiva, Valdivia nos lembrou de um bonito e recém publicado conto do Elio Ortiz, no livro Jovi - verdeazul (2014).

Cierta vez, en una guerra, falleció un guerrero. Su esposa lloraba desconsoladamente sobre el cadáver cuando vio que de repente el alma de su amado salió del cuerpo y comenzó a andar al lugar de los muertos. La mujer, impulsada por su gran amor, fue tras el alma de su esposo sin que éste se percatara; la caminata fue penosa y pasaron muchas dificultades, pero finalmente lograron llegar a la hermosa morada de los muertos. La mujer se quedó maravillada de tanta belleza y verdor; los arboles estaban repletos de fruto y no había mal alguno. Pero lo curioso era que allá, en lugar de los muertos, el tiempo transcurría al revés que en la tierra. La mujer veía que por las noches (día en la tierra) las almas despertaban para continuar bebiendo y danzando, mientras en el día (noche en la tierra) las almas descansaban transformadas en zapallos, camotes y arboles frutales.

Wildes Andrade – LAEPI

 
Grupo de trabalho 060. Movimentos indígenas, políticas indígenas e indígenas na política: Repensando a política interétnica indígena para o Século XXI
Coordenadores: Cristhian Teófilo da Silva (Universidade de Brasília), Claudia Leonor Lopez Garces (Museu Paraense Emílio Goeldi)
Resumo da proposta: Os processos de construção nacional tem sido estudados como processos conflitantes com a heterogeneidade cultural, identitária e ideológica constitutiva das sociedades onde emergem. Nas Américas e no Caribe essa realidade foi agravada por situações coloniais extremamente assimétricas que os precederam e que foram responsáveis pela dispersão, subordinação, invisibilização, transformação e mesmo extermínio de sociedades indígenas, que se reorganizaram e passaram a ser classificadas como minoritárias às identidades e consciências nacionais. É neste contexto de intensa reelaboração cultural que a política interétnica indígena se realiza e/ou transforma para fazer frente a projetos contemporâneos de desenvolvimento e crescimento econômico. Este grupo de trabalho tem como objetivo discutir o significado dos movimentos indígenas contemporâneos na qualidade de formas anticolonialistas de resistência ao padrão de poder estatal e seus projetos de desenvolvimento econômico. Nesse sentido, pesquisas etnográficas e discussões teóricas sobre mobilizações, protestos e movimentos indígenas serão apresentados com vistas a subsidiar a interpretação das ações coletivas indígenas como formas anticolonialistas e autonomistas de fazer política interétnica.
 
Grupo de Trabalho 31 - Projetos de Desenvolvimento e Direitos Territoriais das populações tradicionais: alternativas de desenvolvimento 
Coordenação : Stephen Grant Baines (UnB), Russell Parry Scott (UFPE)
Ementa: Este GT enquadra-se dentro do tema de povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais sob os impactos de projetos de desenvolvimento. A partir dos anos de 1970, muitos governos nacionais, juntamente com grandes empresas, começaram a instalar projetos de desenvolvimento regional frequentemente avançando sobre territórios de povos indígenas, quilombolas, e de outras populações tradicionais. Com a consolidação dos movimentos políticos dessas populações no final dos anos 1980, a incorporação dos seus direitos em Constituições nacionais e a criação de legislações internacionais, empresas e governos tiveram de adotar novas estratégias para cumprir com as legislações. Enquanto alguns povos continuam lutando para efetivar a regularização de seus territórios, outros enfrentam o desafio da gestão territorial de formas sustentáveis em situações onde projetos continuam a ameaçar a sua autonomia local. Este GT propõe discutir casos diversos onde existem pressões de governos e empresas para instalar grandes projetos, examinando os esforços por parte dos povos tradicionais de criar projetos de vida alternativos em consonância com as suas próprias demandas.
 
 

Session: "Movimentos indígenas e os desafios do 'desenvolvimento' na América Latina"

Track: Afro-Latin and Indigenous Peoples
LASA2014 Congress
May 21 –24 in Chicago, IL
Session Organizer: Cristhian da Silva Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.";}" href="https://www.blogger.com/blog/post/edit/1285812783968736798/1405871628091339665#">Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. Universidade de Brasília
Presenter(s):
"Repensando o indigenismo sob o signo de um desenvolvimentismo distributivista: Estado e Povos Indígenas no Brasil, 1988 - 2013"
Antonio Carlos De Souza Lima (Museu Nacional - Universidade Federal do Rio de Janeiro)
"Indigenous Community Development in the Selva Lacandona after Twenty Years of Zapatismo" 
Martin Hebert (Université Laval)
"Developing Solidarity?"
Tracy Devine Guzmán (University of Miami)
"Os movimentos indígenas e a economia política dos Estados Nacionais na América Latina em perspectiva comparada"
Cristhian Teófilo da Silva (Universidade de Brasília)

 

Seminário "A prática da etnologia indígena no contexto de Estados nacionais diversos"

Local: Auditório do Departamento de Sociologia, ICC, UnB, 30 de abril de 2014
Coordenação: Professor Stephen G. Baines, DAN/UnB
1ª Sessão: 09 às 12:00 horas – Estilos de Etnologia – México, Canadá, Austrália e Brasil
“Escrita e política dos textos etnográficos: etnografia aplicada no México e o destino dos povos indígenas”, Dr. Max Maranhão Piorsky Aires, Professor Adjunto, UECE
“Antropologia com Primeiras Nações no Québec: Dos outros como objeto a si como um outro”, Dr. Cristhian Teófilo da Silva, Professor Adjunto, CEPPAC, UnB e Pesquisador associado do CIÉRA, ULaval
“Antropologia com Povos Indígenas no Canadá e na Austrália: uma pesquisa comparativa”, Dr. Stephen G. Baines, Professor Associado, DAN, UnB
Debatedor: Dr. José Pimenta, Professor Associado, DAN, UnB
2ª Sessão: 14:00 às 18:00 horas –Estilos de Etnologia – Colômbia, Argentina, Bolívia e Brasil
“Estilos de indigenismo no Brasil, Argentina e Colômbia”, Dra. Alcida Rita Ramos, Professora Emérita, DAN, UnB
“A Etnologia Indígena na Colômbia vista do Brasil”, Dr. Luís Abraham Cayón Durán, Professor Adjunto DAN, UnB
“Etnologia desde a fronteira Colombia - Brasil”, Dra. Cláudia Lopez Garcés, Professora e Pesquisadora Titular, Museu Paraense Emílio Goeldi, Belém, Pará
“Fazer antropologia em um Estado Plurinacional: particularidades da Bolívia", Renata Albuquerque, Doutoranda no DAN/UnB
Debatedor: Dr. Max Maranhão Piorsky Aires, Professor da UECE
Apoio DAN/UnB; CAPES; LAEPI/CEPPAC/UnB
 
 
 
Fórum Mundial de Direitos Humanos (FMDH)

Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), Brasília-D.F., Brasil
10 e 13 de dezembro de 2013

 
 
 
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Auditório do Multiuso II, Campus Universitário Darcy Ribeiro, UnB, Brasília-D.F., Brasil
04 de dezembro de 2013
14h-18h

Organizador: Estevão Rafael Fernandes (UNIR/LAEPI)
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Universidade de Brasília (UnB), Brasília-D.F., Brasil)

4 a 8 de novembro de 2013
Participações de membros do LAEPI
Christian Ferreira Crevels (LAEPI, DAN/UnB): "A fragilidade imposta à identidade indígena no Brasil. Notas sobre imagens virtuais e preconceito".

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Primer Congreso Internacional "Los pueblos indígenas de América Latina, siglos XIX-XXI. Avances, perspectivas y retos

Instituto Cultural Oaxaca, Oaxaca de Juárez, México
28 al 31 de octubre de 2013
 
Participações de membros do LAEPI
Stephen Grant Baines (UnB), coordinador Simposio 93: "Políticas Indígenas y Estados Nacionales: movimientos indígenas y fronteras".

Sandra Nascimento (LAEPI, Doutoranda PPG/CEPPAC); Daniela Alarcon (LAEPI); Cristian Carrere (Chile) e Nathalia Girardo (Colombia), coordinadores Simposio: "Estados plurinacionales, territorios y autodeterminación indígena: El desafío epistemológico de la reflexión decolonial como aporte al pensamiento indigenista en América Latina y las prácticas interculturales en el marco de problemáticas territoriales".
Liliana Salvo (LAEPI, mestranda PPG/CEPPAC/UnB), "Reflexões sobre uma experiência de educação intercultural na Amazônia brasileira", painel 17.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ERIP/LASA, Ciudad de Oaxaca, Oaxaca, México

23, 24 y 25 de octubre, 2013
http://www.tercera-conferencia-erip-lasa-2013.org/
Participações de membros do LAEPI:
Cristhian Teófilo da Silva (LAEPI/CEPPAC/UnB), "Colonial Situations, Ethnic Pluralism and Challenges to Indigenous Autonomy in the Americas", Panel 7, "Políticas y prácticas antiracistas en América Latina y el Caribe".

Liliana Salvo (LAEPI, Mestranda PPG/CEPPAC/UnB), "A articulação de saberes tradicionais e técnicos como fundamento de uma proposta de educação intercultural na Amazônia brasileira", Painel 14, "Etnicidad, raza y procesos educativos".

Liliana Salvo (LAEPI, Mestranda PPG/CEPPAC/UnB), "A arte da viagem a Terras Indígenas",  painel  37, "Turismo e Exclusão na America Latina".

Nelson Andres Hernandez Quiceno (LAEPI, Mestrando PPG/CEPPAC/UnB), "Extracción de Recursos Naturales, Autonomía y Gobernabilidad de los Territorios indígenas en Colombia", Painel 12, "Movimientos sociales y participación política: la defensa indígena de los recursos naturales en las Américas".
 
 
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Publicação do Relatório de Gestão 2013 da OAB no Colóquio Interdisciplinar LAEPI/MOITARÁ
02 de outubro de 2013
 
  

Grupo de Trabalho 01: "A constituição de espaços sociais transnacionais de discussão da questão indígena: temas e problemas"

IV Reunião Equatorial de Antropologia/XIII Reunião de Antropólogos do Norte e Nordeste
Universidade Federal do Ceará (UFC), Fortaleza - Ceará, Brasil
04-07 de agosto de 2013

Coordenadores:

Fernando Garcia – FLACSO / Equador
Maria Macedo Barroso – UFRJ / Brasil
Ricardo Verdum – UnB / Brasil

Resumo:

Ao longo do século XX, a emergência de indigenismos e políticas indigenistas tem sido marcada por um conjunto de articulações políticas e administrativas que ultrapassam as fronteiras nacionais, definidas em fóruns internacionais de discussões envolvendo um conjunto variado de atores, que engloba, além de funcionários das administrações públicas de Estados nacionais e representantes indígenas, membros de bancos multilaterais de desenvolvimento, agências do sistema da ONU, organizações não governamentais (ONGs) e profissionais de distintas áreas acadêmicas envolvidos com a definição de formas de intervenção junto aos povos indígenas. A mesa visa apresentar casos que propiciem a discussão de instrumentos teóricos e metodológicos voltados à compreensão da gênese das articulações desses atores em nível internacional, examinando particularmente os percursos teóricos dentro da disciplina antropológica responsáveis pela afirmação de um viés “pró-índio”; a constituição de articulações pan-indígenas de representação política associada à afirmação de novos sujeitos de direito na cena política contemporânea; a adoção de perspectivas multiculturais em Estados nacionais; e o papel do aparato internacional de cooperação para o desenvolvimento na instituição de agendas políticas voltadas aos povos indígenas.Inscrições, Prazos e Normas (Resumos e Trabalhos Completos)
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Grupo de Trabajo No. 52: "Relaciones Interétnicas, movimientos Étnicos y Estados Nacionales: tensiones y paradojas contemporáneas"

X RAM 2013 - Reunión de Antropología del Mercosur
10 al 13 de Julio de 2013, Córdoba, Argentina
Coordinadores:
Dr. Stephen Grant Baines (UnB-Brasil) - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Dr. Luis Campos Muñoz (UAHC-Chile) - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. 
Dr. Sebastián Valverde (FFyL-UBA-CONICET-Argentina) - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.


Más información


Fundamentación


Uno de los fenómenos más importantes en las últimas décadas en América Latina -y en el Mercosur- en términos sociales, políticos y culturales ha sido la emergencia de una multiplicidad de expresiones basadas en lo étnico (pueblos indígenas, afrodescendientes, movimientos sociales con variadas adscripciones étnico-identitárias, etc.). 


En los últimos años, vienen extendiéndose estas nuevas configuraciones sociales que reclaman en función de su identidad étnica una serie de derechos territoriales, históricos, culturales, lingüísticos, etc., donde su expansión plantea una multiplicidad de conflictos con las sociedades nacionales, cuya lógica –a pesar de ciertos cambios que en algunos casos no supera el nivel discursivo- se sigue en términos generales, basando en la homogeneización y el control territorial.  


Así, en los diferentes países de la región, una de las características sobresalientes es la creciente presencia de grupos étnicos que plantean demandas diferenciadas por el reconocimiento, el territorio, la educación, la atención de la salud y en función de otras reivindicaciones específicas. 


Esta nueva realidad, afecta no sólo a las sociedades con mayor población originaria -  como la región Andina y Mesoamericana -sino también en los países donde aun siendo un sector minoritario- adquieren importancia en ciertos contextos regionales y locales y su presencia y movilizaciones constituye una de las problemáticas sociales centrales. 


Por ello, la creciente presencia de estos sujetos históricamente negados (y estigmatizados) en las sociedades latinoamericanas es uno de los aspectos más sobresalientes de la realidad regional de las últimas décadas.


Una dinámica sobre la cual nos proponemos problematizar en este Grupo de Trabajo, son los aspectos sumamente contradictorios y paradójicos que asume la cuestión étnico-nacional en los países de la región. Por un lado, se advierten profundas transformaciones resultantes de la aplicación de diversas políticas de corte “neoliberal” o bien “desarrollistas” o “neodesarrollistas” que vienen impactando de variadas formas en los territorios en que se asientan estas poblaciones. Sus consecuencias, son tan vastas como inesperadas: van –entre muchas otras- desde el drama de las poblaciones desplazadas y privadas de sus territorios y medios de vida tradicionales, hasta la emergencia de diversas organizaciones étnicas y sociales. Pero a la vez, se viene asistiendo a un creciente reconocimiento social y jurídico hacia estos agrupamientos étnicos, que se verifica en la adecuación de los textos constitucionales, la ratificación en pactos internacionales y la sanción de distintas leyes nacionales, provinciales y locales, que impactan a los pueblos indígenas y de afrodescendientes en los niveles locales, regionales, nacionales, y globales de forma particular. 


En definitiva, nos proponemos reflexionar en torno a esta realidad sumamente compleja y dinámica, donde el escenario actual asigna un reconocimiento a la diversidad, pero a la vez se encuentra fuertemente condicionado por la persistencia –y en muchos casos profundización- de las situaciones de desigualdad y explotación hacia los diferentes grupos  diferenciados étnicamente en las sociedades nacionales.


Uno de los ámbitos en que las relaciones interétnicas adquieren particulares configuraciones, es en las situaciones caracterizadas como de “frontera”, considerando como tales no sólo los límites jurídicos entre dos estados, sino también las fronteras socioeconómicas, socioculturales y las modalidades de regulación políticas asociadas.


A partir de estas dinámicas, el objetivo principal del Grupo de Trabajo es analizar en los diferentes países de la región, las relaciones interétnicas, las fronteras y los movimientos étnicos y las redefiniciones en la vinculación con los Estados-Nación, que en este contexto vienen desarrollándose.

 

 

 

 

 

CASCA Conference 2013 - Unsettling Records: Re-working Anthropology's Role in Turbulent Times 

08-10 May 2013, Victoria, British Columbia, Canada

F-16: "Indigenous People and International Borders"

Coordinators:

Bruce G. Miller (UBC, Canada)
Stephen Grant Baines (UnB, Brasil)

Friday May 10th/Vendredi le 10 Mai

Part 1 

Lori Barkley (Selkirk College) and Tonio Sadik (Ottawa), “Existence in Extinction: Contemporary Sinixt in British Columbia and Washington State”


Stephen Baines, “Indigenous Political Movements on the Border between Brazil and Guyana: Indigenous Peoples who live between Two National States”


Renato Athias (NEP/UFPE), “Mythe, Hiérarchie et frontières à São Gabriel da Cachoeira,

Amazone”

Eliane Cantarino O’Dwyer (Fluminense), “At the Borders of the Nation State: Logging and the Threat of Genocide to the Awá People”

Part 2

Bruce Miller (UBC), “Shadows of the Law”
José Pimenta (Brasília), “On the Brazil-Peru border: The Ashaninka Indians Between Two State Policies for Development”

Thiago Garcia (UnB), “Anthropological Contributions for Implanting Convention 169 (ILO) in Brazil: Anthropology with Indigenous People from Within the Government”

Norm Easton (Yukon College), “A World Without Bounds Meets A World Of Boundaries: Reflections on the Role of Anthropology in Redefining Aboriginal Relations Across Space and Time”.

 

 

  

 

 

 

 

 

 

 

Mesa Redonda M1: Territorialidades indígenas, tradicionales e ambientales: las diversas formas de constitución del territorio social

III Congreso Latinoamericano de Antropología
Antropologías en Movimiento - Ideas desde un sur contemporáneo
Facultad de Ciencias Sociales, Universidad de Chile, Santiago, Chile
5-9 novembro de 2012
Coordinado por:
Rodrigo Paranhos Faleiro, UnB, Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
 
Objetivo Geral:
 
A Mesa Redonda Territorialidades Indígenas, Tradicionales e Ambientales: las diversas formas de constitución del territorio social pretende discutir como os povos tradicionais da América Latina buscam garantir o acesso ao seu território tradicional, outros direitos decorrentes de sua posição dentro das diversas sociedades nacionais - acesso a direitos de cidadania diferenciados - e outros benefícios que estas áreas podem gerar - formas de compensação por impactos de grandes obras, remuneração por serviços ambientais e etc. Pois, em geral, estes povos mantêm relações de duplo pertencimento com os seus territórios, fazendo com que estes lugares sejam necessários para suas vidas, sua cultura, enfim, imprescindíveis para sua reprodução social. Por outro lado, estes espaços sofrem pressão para a exploração de recursos não renováveis, pretendem ser ocupados por grandes empreendimentos desenvolvimentistas ou sofrem impacto gerado pelas novas formas de uso que estes grupos adotam. Como resposta a estas pressões, muitos grupos criam novas formas de afirmação dos seus territórios e outras estratégias de defesa de seus direitos. Para aproximarmos de algumas respostas de como seriam estas formas atuais de constituição do território social na América Latina, propomos apresentar um debate embasado em estudos empíricos sobre territorialidades, identidades sociais, impactos de projetos de desenvolvimento, afetações ambientais e outros mecanismos que afetam a luta pelos direitos humanos, sociais e culturais dos grupos no nível internacional. Outra vertente a ser discutida diz respeito a novas leituras de métodos de pesquisa e atuação nestes contextos com o objetivo de mapear distintas situações de campo que antropólogos convivem em diferentes contextos locais, regionais e nacionais. A Mesa Redonda encontra apoio nos pesquisadores situados em Universidades (Universidade de Brasília, Universidade Federal Fluminense, etc.), Centros de Pesquisa (Instituto de Estudos Socioeconômicos - INESC) e outras instituições das Américas (Inter-American Foundation), e também, em seus grupos e redes de pesquisa: Laboratório de Estudos e Pesquisas em Movimentos Indígenas, Políticas Indigenistas e Indigenismo (LAEPI), Núcleo de Estudos e Pesquisa em Saúde (NEPS/UFF), International Union for Conservation of Nature (IUCN), World Anthropologies Network - Red de Antropologías del Mundo (WAN-RAM), Associação Brasileira de Antropologia (ABA), Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales (CLACSO), Society for Applied Anthropology (SfAA), American Anthropological Association (AAA), Latin American Studies Association (LASA), etc. Condição que garantirá nesta Mesa Redonda uma participação mais efetiva de outros investigadores da América Latina.
 
Palavras chave:
Territorialidade; povos tradicionais; impactos de grandes obras; direitos humanos e indígenas; meio ambiente.
 
"Regimes de Identidade, Regimes de Propriedade: pluralismos em perspectiva"
Ronaldo Lobão. Doutor em Antropologia - PPGSD/UFF. Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
 
Pretendo discutir múltiplas formas de significação do território acionadas por grupos que reivindicam identidades culturalmente diferenciadas e sugerir a existência de uma pluralidade de sistemas locais que desafia uma visão monista incapaz de produzir condições de uma vida social mais justa.
 
"Áreas Protegidas para Indígenas o para la Conservación: las distintas formas de construcción del dominio territorial en Latinoamérica"
Rodrigo Paranhos Faleiro. UnB. Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
 
En tiempos de afirmación de derechos indígenas, de conservación del medio ambiente y de carencia de recursos naturales tan preciosos para los proyectos de desarrollo nacional, la América Latina encuentra inmersa en debates sobre las prioridades nacionales. Uno de los ejemplos más explícitos de esa afirmación ocurriera alrededor del Juzgamiento de la Homologación de la Tierra Indígena Raposa Sierra del Sol por el Supremo Tribunal Federal de Brasil. Situada en extremo norte de Brasil, en la Amazonía, el área estaba siendo reivindicada por los indios desde el inicio del Siglo XX. Mientras tanto, solamente en las últimas décadas, el proceso de reconocimiento avanzó. Sin embargo, en paralelo al reconocimiento de las autoridades, políticos e empresarios de la región, contribuirán directamente con la ocupación del área por no indígenas. Acción aparentemente adoptada para obstruir el proceso de reconocimiento del pleito indígena. Todavía el reconocimiento, identificación, demarcación y homologación (etapas administrativas de destinación del territorio indígena en Brasil) del territorio ocurrieran hasta el fin, llevando algunos de estos segmentos sociales presentar cuestionamiento judicial al proceso. En medio al Juzgamiento, la opinión pública fue estimulada para posicionarse adelante de tesis indigenistas, humanistas, sociales, desarrollos, xenófobas, etc. A partir del análisis del Juzgamiento de la Homologación de la Tierra Indígena Raposa Serra do Sol pelo Supremo Tribunal Federal, discutiré como territorios indígenas, unidades de conservación e otras formas de dominio territorial, normalmente llamadas de áreas protegidas, establecen arenas de disputa entre la sociedad, los sectores económicos e políticos, e el Estado. Este Juzgamiento alcanzo mucha repercusión en la sociedad brasileña. Con eso, hubo muchos posicionamientos sobre el tema. Facto que también ocurrieran en otras partes de las Américas en los últimos años. En diálogo con otros casos en las Américas, demostraré algunas estrategias de los pueblos indígenas utilizan para afirmar y construir su derecho sobre sus territorios. E también, como esas estrategias están en diálogo con las agendas social, ambiental, económica y política, e como se dan esas disputas. De esa forma, pretendo delinear algunas tendencias contemporáneas en las Américas para el tema.
 
"Povos Indígenas em uma Fronteira Internacional: os Wapichana e Makuxi entre o Brasil e a Guiana"
Stephen Grant Baines. Doutor em Antropologia - DAN/UnB. Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
 
O trabalho focaliza os povos Wapichana e Makuxi que vivem ao longo da fronteira entre o Brasil e a Guiana, examinando a interface de nacionalidade e etnicidade. As leituras indígenas sobre esta fronteira entre o gigante econômico da América do Sul e um pequeno país que enfrenta dificuldades político-econômicas revelam perspectivas contextualizadas de identidade que refletem as contradições entre os Estados nacionais.

 

 
 
 
 
 
 
 
Mesa Redonda: Aplicación del Derecho a la Consulta Previa en América Latina

VIII Congreso Internacional Red Latinoamericana de Antropología Jurídica
Sucre, Bolívia
22 al 26 Octubre 2012

Coordinado por:

Sarela Paz
Ricardo Verdum

Participantes:

"Balance de avances y vicios en la nueva legislación peruana sobre el derecho a la consulta previa".
César Gamboa (Peru)

"A 'lei de consulta' na Bolívia: análise da relação entre texto e contexto da consulta aos povos do Tipnis".
Renata Albuquerque de Moraes (Brasil)

"Povos indígenas: O direito à consulta prévia no Brasil segue sem solução.
Ricardo Verdum (Brasil)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Grupo de Trabalho: "Política Interétnica Indígena em Perspectiva Comparada"

28ª Reunião Brasileira de Antropologia
PUC, São Paulo, Brasil

02 a 05 de Julho de 2012


Coordenadores:

Dr. Cristhian Teófilo da Silva, Universidade de Brasília (UnB), Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Dr. Martin Hébert, Université Laval (ULaval), Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

  

Resumo:

Na América Latina tem início nos anos 1980 a denominada virada multicultural nas políticas indigenistas dos Estados nacionais (Fajardo, 2009). Contribuiu para isso o contexto que gerou e deu à luz a Convenção 169 da OIT (1989) e a Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas (2007). Em virtude dessa nova conjuntura de direitos e políticas diferenciadas, específicas e interculturais para as populações indígenas, nota-se, nas últimas décadas, um volume crescente de trabalhos acerca das relações entre povos indígenas e Estados nacionais na região, no continente e ao redor do mundo. O que tem se colocado como problema inicial não é o porquê de tantos estudos abordarem os problemas de populações tidas como socialmente ou demograficamente minoritárias em seus respectivos contextos nacionais, mas por que uma variedade tão grande de estudos, pesquisas e reflexões sobre as formas seculares de relacionamento com os povos indígenas e seus membros não conseguiu ainda articular uma teoria da dominação interétnica a partir dos "indigenismos" característicos da região que torne mais precisos os conceitos empregados para sua análise e os temas a ele associados.

Aparentemente, a razão de ser deste estado teórico inacabado de coisas deve-se às dificuldades dos estilos periféricos de antropologia (Cardoso de Oliveira, 1988) superarem os limites nacionais para situar seus trabalhos sobre as relações interétnicas. Tem sido observado que o fato da "questão étnica" ser em si corolário da "questão nacional" acentua a preocupação com questões domésticas em detrimento da comparação com problemas semelhantes vividos em outros países, mesmo nos casos onde um mesmo povo indígena vive em mais de um país ou entre países vizinhos. 

Tal estado de coisas é parcialmente causado pelo fato de que cada país possui seu próprio aparato legal e estrutura institucional o que molda de modos específicos as relações entre povos indígenas e Estados nacionais. Porém, a escassez de estudos comparados é também consequência das dificuldades de estilos periféricos de antropologia (Cardoso de Oliveira, 1988) superarem os limites nacionais de suas tradicionais áreas de atuação e interesse. Sendo assim, apesar de alguns autores definirem "indigenismo" e "indianismo" como movimentos ideológicos de amplas proporções (Bonfil Batalla, 1981; Favre, 1999 [1996]; Souza Lima, 1995; Churchill, 1996; Ramos, 1998; Niezen, 2003) – definição compartilhada por indigenistas e indígenas, e por outros segmentos das sociedades nacionais com suas próprias agendas de proteção aos índios (Vasquez, 2006 e 2007) –, análises estritamente nacionais do indigenismo/indianismo têm sido a regra nas Américas.

Este grupo de trabalho visa reunir trabalhos sobre as relações interétnicas envolvendo povos indígenas e estados nacionais a partir de estudos comparados entre dois ou mais países do continente americano. Para tanto, partiremos de definições de indigenismo que possam contribuir para a formulação de um objeto de fácil reconhecimento para investigações comparativas da política interétnica em diferentes contextos nacionais, em particular de países situados no sul, centro e norte das Américas, cujos processos históricos engendraram regimes específicos de administração da "questão indígena" (Dyck, 1996).

O objetivo é consolidar uma agenda de pesquisa comparada e compartilhada a partir da consideração do caráter colonial do poder exercido sobre os índios pelos Estados nacionais nas Américas enquanto dimensão estruturante dos campos indigenistas, regimes de indianidade e sistemas interétnicos da região. A partir desta consideração espera-se ressaltar a importância de adotarmos uma perspectiva comparativa em nossas etnografias do indigenismo tendo em vista o legado histórico do padrão de poder (Quijano 2002, 2005) estabelecido, compartilhado e vigente no continente.

Palavras-Chave:

Etnopolítica; Indigenismo; Colonialidade; Comparação; Américas

Participantes:

"Aldeados ou citadinos? O jogo de oposições nas políticas públicas para os povos indígenas no Acre"
Ivanise Rodrigues dos Santos (FUNAI)

"Antropologia e Políticas Indigenistas no Brasil, no Canadá e na Austrália"
Stephen Grant Baines (UnB)

"El reconocimiento de los derechos indígenas en México y Chile: Una perspectiva comparada"
Ictzel Maldonado (UNAM)

"Entre Discursos e Práticas: a ação indigenista no Brasil e na Bolívia sob perspectiva comparada"
Thiago Garcia (UnB)

"Intervenções Estatais: pensando casos no Brasil, Colômbia e América a partir da agenda ambiental"
Rodrigo Paranhos Faleiro (UnB)

"México e Brasil a partir do III e sua influencia na politica do SPI e FUNAI (1940 – 1972)"
Lígia Duque Platero (UNAM)

"Mobilização indígena e administração indigenista estatal: Brasil e Colômbia"
Elizabeth Ruano Ibarra (UnB)

"Reconfigurações entopolíticas no Brasil e na Argentina: possibilidades de comparação"
Raúl Ortiz Contreras (Unicamp)

"Reflexões sobre a relação entre organizações indígenas e Estados nacionais no Brasil e no México"
Clarissa Tavares (UnB)

"Tecendo redes territoriais: O movimento Pankararu para Real Parque/SP"
Yara da Silva Farias (INDI)

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mesa 4: Territorialidades em movimento: Painéis dos conflitos territoriais na América Latina (promovido pelo Laboratório de Estudos e Pesquisas em Movimentos Indígenas, Políticas Indigenistas e Indigenismo-LAEPI)

I Ciclo Internacional de Seminários Afro-Latino-Américas Compartilhadas

Seminário internacional: "Etnicidade, racialidade e diversidade nas Américas"

27 e 28 de junho de 2012

CEPPAC, UnB

Moderador:

Rodrigo Paranhos Faleiro (Doutorando CEPPAC)

Palestrantes:

Carlos Castaño (Ex-Ministro do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Colômbia)

Eliane Cantarino O`Dwyer (UFF)

Cristhian Teófilo da Silva (CEPPAC/UnB)

 

Curso de gerenciamento de crises envolvendo comunidades indígenas

18 de março de 2012

Academia Nacional de Polícia/Polícia Federal

Brasília, D.F., Brasil

18 a 22 de março de 2012

Responsável:


Prof. Dr. Cristhian Teófilo da Silva


Resumo:


A disciplina "Antropologia dos Conflitos Interétnicos" será oferecida no âmbito do Curso de Gerenciamento de Crises Envolvendo Comunidades Indígenas da Polícia Federal com o objetivo de abordar o fenômeno do contato interétnico como subsídio para  interpretações para eventos ou processos de violência, criminalidade e conflito em aldeias indígenas, entre povos indígenas e entre indígenas e seus oponentes.


Objetivos:

  •  a disciplina visa contribuir para a elaboração de formas razoáveis de intervenção policial junto aos povos indígenas no intuito de dirimir conflitos intraétnicos, intertribais e interétnicos, assim como atuar eficazmente no combate à criminalidade em terras indígenas além do enfrentamento do problema da criminalização de indígenas.

Realização:

Academia Nacional de Polícia/Polícia Federal